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Posts Tagged ‘Lei Geral’

Estão abertas as inscrições para o “Fomenta – II Encontro Nacional de Oportunidades para as Micro e Pequenas Empresas nas Compras Governamentais”.

Será nos dias 5 a 7 de outubro, no Rio de Janeiro, com inscrições gratuitas.

É um prato cheio para quem vende ou quer vender para o Governo, principalmente o federal, do Estado do Rio e sua capital, que terão vários órgãos importantes apresentando seu planejamento de contratações e dando dicas de como as pequenas empresas podem participar desses fornecimentos.

Estão agendados vários encontros de negócios, pelos quais os empresários poderão apresentar seus produtos aos órgãos públicos lá presentes, proporcionando futuras convocações para licitações por meio de carta-convite.Será uma espécie de rodada de negócios.

Será uma grande chance de conversar com representantes e conhecer as necessidades de instituições como o Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal, Correios, Eletrobrás, Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), Exército e Petrobras, entre outras. Também haverá cursos e oficinas para participação em licitações. Leia mais e comente no blog Direito & Gestão.

 Fomenta

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O presidente da Cooperativa Regional da Agricultura Familiar (Cooperafa), Jean Samel, esteve reunido com os analistas de mercado do Sistema Sebrae. O objetivo do encontro foi discutir estratégias de ampliação da participação dos micro e pequenos negócios nas compras governamentais.

Eu também estava lá e pude anotar alguns dos pontos ressaltados por ele sobre as vantagens e riscos de se vender para o Governo:

Vantagens

1. Venda garantida – ao se fechar um contrato de venda para o governo as empresas (PAA – Programa de Acesso à Alimentação, no caso da Cooperafa) têm a certeza de venda de um determinado volume, em um determinado período de tempo.

2. Oportunidade de estruturação – com os recursos advindos das vendas já garantidos, as empresas podem desenvolver o seu planejamento com mais segurança.

Os riscos

1. Burocracia – manter em dia a sua documentação de regularidade fiscal e a agilidade para que ela seja apresentada.

2. Tempo de pagamento – algumas vezes os pagamentos do governo atrasam por diversos motivos, o que se torna um problema, pois as empresas de menor porte têm pouco capital de giro que permita grandes atrasos.

3. Risco de relaxamento e perda de vendas – ao ter uma venda garantida a empresa não pode deixar de lado o trabalho de prospecção de vendas para o mercado privado, com risco de concentração de vendas e possível perda de receita no futuro, caso a venda para o governo comece a diminuir.

Leia mais e comente no blog Mercado ao Seu Alcance.

controlederisco

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Regime que entra em vigor em janeiro permitirá que empresas paguem imposto só quando receberem pela venda.

 Promessa de alívio para as finanças de muitas micro e pequenas empresas (MPEs), o sistema de regime de caixa entrará em vigor a partir de 1º de janeiro do próximo ano. A medida foi aprovada no início deste mês pelo Comitê Gestor do Simples Nacional, órgão criado para regulamentar a Lei Geral das Micro e Pequenas Empresas. 

Agora, o empresário que optar pelo regime poderá calcular e pagar o imposto do Super-Simples (regime tributário das MPEs, criado pela Lei) quando receber pela venda do produto ou pela prestação do serviço – e não mais no momento da emissão da nota fiscal. Ou seja…Leia aqui as orientações.

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