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Posts Tagged ‘investimento’

Investidores anjos são grupos que aplicam capital em empresas iniciantes, conhecidas como start-ups. No Brasil existem quatro grupos desse tipo: o Floripa Angels (em Florianópolis) o Gávea Angels (no Rio de Janeiro), o Bahia Angels (em Salvador) e o São Paulo Anjos (em São Paulo). Cada um dos grupos de investidores é focado em um segmento de negócio no qual busca investir. “Nós buscamos negócios de internet com algum potencial de internacionalização”, explica Marcelo Cazado, fundador e diretor executivo da Floripa Angels.

De acordo com Marcelo, eles buscam empresas que possam crescer sem que a estrutura física e o corpo de funcionários precise aumentar também. “Nossos servidores estão todos na nuvem, utilizamos o conceito de computação em nuvem”, exemplifica Cazado. Se você está interessado em receber capital de investidores anjos, basta enviar o plano de negócio da sua empresa para a Floripa Angels (ou qualquer uma das outras três citadas anteriormente). O processo de seleção é bastante rígido, de acordo com Marcelo, apenas 10% dos planos de negócio enviados são aprovados e passam pelo crivo inicial.

Para esses investidores a lucratividade do negócio não é fator determinante no momento da escolha de investir. “Queremos empreendedores com capacidade de execução e negócios inovadores com potencial de crescimento e lucro”, conta o investidor. Os investimentos variam entre R$30 mil a R$1 milhão são realizados em diversas etapas. Os investidores recebem participação societária em ações preferenciais da empresa.

Saiba mais no blog Startup.Net.

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Segundo o consultor do SEBRAE, Luís Alberto Lobrigatti,  o momento econômico mundial que atravessamos, no qual percebemos a luta das empresas pela sobrevivência e perpetuação no mercado, falar da necessidade de investimentos que propiciem crescimento pode parecer, a princípio, contradição e utopia. No entanto, ele destaca o fato de que se não houver a preocupação de crescer, quando do direcionamento das ações operacionais e estratégicas em qualquer empreendimento, podemos sacramentar a falta de condições para continuar existindo e competindo em algum nicho de mercado.

 

Investir na empresa significa oferecer condições para que esta esteja cada vez mais preparada para novos desafios referentes ao aumento de concorrência no segmento, diferenciais no atendimento das vendas e pós-vendas, inovações tecnológicas de produtos ou serviços, guerra de preços etc. Neste caso, o que representa os investimentos? Leia mais no Beco com Saída.

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A Financiadora de Estudos e Projetos (FINEP), agência de fomento do Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT), deve liberar nos próximos quatro anos R$ 1,3 bilhão para empresas inovadoras nascentes. A iniciativa faz parte do Programa Primeira Empresa Inovadora (Prime), cujo convênio foi assinado nesta quarta-feira, 3, no Rio de Janeiro, com 18 incubadoras-âncoras, que farão a seleção das empresas a serem beneficiadas.

 

No prazo de um ano serão liberados R$ 241 milhões para 2.015 empresas inovadoras, número que deve chegar a 5,4 mil empresas em 2012. O contrato tem valor total de R$ 249 milhões, sendo R$ 241,8 milhões como subvenção para as empresas inovadoras e R$ 7,2 milhões como remuneração para as incubadoras

 

O dinheiro será usado para estruturar planos de negócios e desenvolver produtos e serviços dos empreendimentos selecionados. “O objetivo é transformar idéias em novos negócios“, afirma Eduardo Moreira da Costa, diretor de Inovação da Finep. “É para o empreendedor que tem uma boa idéia e não tinha o incentivo para arriscar. Vale tanto para estudantes como para profissionais“, completa ele.

 

Podem participar desde empresas que ainda não se constituíram até aquelas com dois anos de funcionamento.

 

Costa diz que o Prime já vinha sendo articulado antes da crise e não tem o objetivo de contrabalançar os problemas imediatos de crédito enfrentados por pequenas empresas. “Vamos gerar novas empresas que impulsionarão o mercado. O efeito aparecerá daqui a dois ou três anos.” Ele lembra que muitas empresas pequenas nascem com idéias inovadoras, mas que são abandonadas por necessidade de sobrevivência de mercado. O programa dará suporte para que “as empresas em fase de dificuldade voltem a trabalhar na idéia original“.

 

O diretor da FINEP avalia que as empresas criadas com ajuda do Prime tendem a ficar mais preparadas que a média para, futuramente, receber venture capital – investimento privado em empresas pequenas ou médias com o objetivo de impulsionar determinado negócio. A explicação é que as empresas beneficiadas pelo programa precisarão aprender a se organizar com regras de governança corporativa. O Prime inclui o treinamento dos empreendedores e dos administradores das empresas. 

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