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Posts Tagged ‘inovação na pequena empresa’

Dois mil e dez chegou e é hora de Inovar e renovar. Inovar é pensar em algo que seus concorrentes ainda não pensaram e colocar em prática esta idéia com eficiência e eficácia para obter resultados econômicos e financeiros diferenciados. A inovação pode gerar redução de custos e tempo de fabricação, melhorando o relacionamento com o cliente, a produtividade do negócio e as condições de trabalho para os colaboradores, além de também melhorar o desempenho de técnicas já aplicadas na empresa.

A inovação deve gerar valor diferenciado e que deve ser percebido pelo cliente, mesmo quando a inovação não está ligada diretamente ao atendimento ou ao relacionamento com o cliente. Se a inovação não gerar valor para o cliente ela não está cumprindo sua missão. Valor é a relação entre o benefício da inovação percebido pelo cliente e o custo para este cliente obter o benefício.

Em um mercado altamente competitivo a inovação é necessária para diferenciar-se no mercado. A inovação gera riquezas e mantém a empresa a frente do seu mercado. Mais do que um ação de mercadológica a inovação deve fazer parte da cultura da empresa. A inovação não é uma ação pontual que é feita uma vez na empresa e não se fala mais, trata-se de uma política de longo prazo.

Inovação é algo simples mas que muitas vezes revoluciona a empresa e o mercado envolvendo tecnologia, gestão, processos e até mudanças no modelo de negócios. A inovação traz competitividade para empresa e se bem trabalhada gera um alto índice de aprendizagem para seus colaboradores e dirigentes. Empresas que sempre estão atualizadas com técnicas modernas de gestão podem ficar atrás de empresas inovadoras, pois simplesmente replicar o que está sendo feito por todos não garante sucesso, o ideal é estar a frente. Leia mais e comente no blog Marketing e Vendas.

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Para que servem cadeados?

Esta pergunta é boba demais e ninguém seria insensato de respondê-la diferentemente da função deste objeto: para trancar, para guardar, para fechar armários, portas, malas, o que quisermos. Mas um cadeado também serve para expressar emoções. Por exemplo, força, juventude, beleza, segurança, sofisticação, alegria. Por que os objetos que cercam o nosso dia a dia devem ser necessariamente “apagados” ?

O caso Papaiz é exemplar nesse sentido. Tradicional indústria paulista de fechaduras e cadeados, da década de 50 do século passado, até recentemente jurava de pé junto que apenas um atributo era importante na compra de uma fechadura e de um cadeado: a sua capacidade de ser seguro. Mas até que um dia, estimuladas pela jovem diretora de marketing da empresa, em sua terceira geração, resolveram fazer uma pesquisa de mercado.

Ouvir os consumidores. Quem sabe para descobrir alguma coisa – alguma coisa, pensavam – sobre como melhorar mais ainda a segurança de seus produtos. Mas eis que, de repente, surpresa! Descobrem que mais da metade dos compradores de fechaduras e cadeados são mulheres. E que a beleza, a estética, era um atributo muitas vezes muito mais valorizado que a segurança.

O que a Papaiz fez então? Passou a desenvolver uma vasta linha de produtos com design sofisticado. A mais recente linha, por exemplo, convocou artistas plásticos para desenvolver produtos, como Adriana Barra.

Na Papaiz, a linha com design já representa 12% do faturamento total de R$ 135 milhões da divisão de cadeados.

“Chegaremos a 15% até o final de 2009”, diz Maria Luisa Papaiz, diretora de marketing, em entrevista recente a um jornal de negócios. Vende-se menos, mas as margens de lucro são maiores. Enquanto um cadeado comum custa, em média, R$ 10, o da linha diferenciada custa R$ 17.

E você? Já pensou em uma estratégia de design para o seu produto? Leia mais e comente no blog Marketing & Vendas.

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O consultor do SEBRAE/RS, Roger Klafke, que está morando e estudando em Londres ficou conhecendo dois modelos de negócio inovadores.

 Um é o StreetCar, que é um modelo de locadora de veículos bem diferente das tradicionais. A empresa funciona como um clube, onde o associado usa a internet para agendar o uso do veículo e paga por hora de uso. O diferencial é que existem 700 pontos onde o assiociado pode pegar e largar o veículo. É possível agendar com 6 meses ou até 30 minutos de antecedência, ir até algum carro estacionado, usar e devolver em algum outro ponto.

 O outro modelo é a Argos. É um mix de venda por catálogo, e-commerce e varejo. O site é ótimo, as lojas tem uma área pequena sem vendedores, apenas catálogos onde o cliente pode pesquisar os itens de interesse, anotar o código, verificar se existe em estoque, pagar no auto-atendimento (ou ficar na fila nos poucos caixas que existem) e retirar no setor de expedição. É possível fazer todo o processo de compra sem interagir com ninguém. A vantagem? O preço é ótimo, os produtos são de qualidade e o processo é rápido.

 Quer saber mais? Leia e comente no Sirva-se!art-digital-ak3d

  

  

 

 

 

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Esta é uma decisão ou atitude do empresário! É dever do empreendedor valorizar  continuadamente a necessidade de inovar em sua empresa. Além disso, também deve proporcionar meios e recursos para inovar – nem sempre a inovação é custosa, idéias simples muitas vezes são inovadoras.

 

O empresário ainda tem que cobrar de seus colaboradores resultados e ganhos que a inovação deve proporcionar. Isso é importantíssimo, principalmente, porque a inovação só se configura quando há ganhos comprovados para a empresa. É através da inovação que a empresa se mantém adequada ao mercado, ou seja, seus produtos, processos e práticas de marketing permanecem em sintonia com as necessidades dos clientes. Leia mais no blog Inova @ Sebrae.

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