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Posts Tagged ‘impostos’

No imenso universo de empresas brasileiras, cada qual encontra-se enquadrada numa das três diferentes formas de enquadramento tributário.
Veja as proporções e a representatividade quanto ao volume de contribuição arrecadado.

Qual é a forma de enquadramento da sua empresa?

Veja a seguir as três diferentes formas de enquadramento e a representatividade de cada uma delas quanto ao universo de empresas enquadradas e também o volume de arrecadação de tributos.

TRIBUTAÇÃO PELO LUCRO REAL
Perfil de empresa:  Maioria das empresas de grande porte.

TRIBUTAÇÃO PELO LUCRO PRESUMIDO
Perfil de empresa:  Maioria das empresas de pequeno e médio porte.

TRIBUTAÇÃO PELO SIMPLES NACIONAL
Perfil de empresa:  Micro e pequenas empresas.

Tipo de tributação         % Universo de empresas brasileiras              % arrecadação nacional
LUCRO REAL                                          6%                                                                          85%
LUCRO PRESUMIDO                          24%                                                                            9%
SIMPLES NACIONAL                         70%                                                                           6%

Nota:

É nas empresas regidas pelo sistema SIMPLES NACIONAL de tributação é que concentram-se as maiores proporções de empresas operando na informalidade, ou seja, com pouco ou nenhum critério de controle tributário e fiscal, onde compras e vendas ocorrem sem os devidos registros e a emissão de notas fiscais.

Eis um grande motivo para que os órgãos fiscalizadores nas esferas Federal, Estadual e Municipal dediquem seus esforços de fiscalização!

Sua empresa faz parte deste universo?

É um grande momento para repensar em sua gestão!

Pense nisso!

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Vocês sabiam que a grande maioria das micro e pequenas empresas que quebraram sonegavam impostos? Então caros leitores, se sonegar imposto fosse receita de sucesso muitos não tinham fechado as portas!

 Muitos casos que a consultora Samara Brandão atende no Sebrae começaram assim:

O empresário abre o seu negócio próprio, alguns depois de anos na informalidade, fica ali meio desconfiado, tímido, com medo do LEÃO e vai trabalhando sem prestar contas …passa o mês, passa outro mês, a Receita Federal não notificou e ele continua, muitas vezes sem contador (ou só para uma declaração urgente), porque o contador é caro e ele tá começando não pode pagar, aumentar as despesas (o contador é despesa pra ele), de certa forma às vezes ele tem razão, pois o contador (não são todos! prefiro acreditar que a minoria) não exercem seu papel de conselheiro gerencial, um orientador contábil e empresarial e sim cedem aos apelos de seus clientes para ser um consultor do “jeitinho brasileiro de driblar impostos“.

 Mas voltando ao assunto inicial, muitos deles passam anos trabalhando legalizado e fazendo uma declaração de Imposto de Renda INATIVA  ou bem abaixo do real.

 Lá pelo 4º ano, a empresa  já conseguiu se estabelecerr, mas estar cambaleante, muitas vezes é pressionada pelo mercado para crescer mas não tem capital de giro e nem dinheiro para investir em infra-estrutura e equipamentos, porque durante os anos anteriores ele estava “apanhando” da sua própria gestão e não conseguiu fazer caixa para reivestir (aumentar o capital), aí o empresário corre para o banco na esperança de conseguir um empréstimo para micro e pequenas empresas com juros menores. Mas aí sabe o quê que acontece? O banco pede a declaração de Imposto de renda doas anos anteriores e aí: Inativa ou bem abaixo do real. então, claro, seu limite junto ao banco é bem pequeno (porque aumenta o risco) pois é baseada na sua declaração. Muitas vezes é bem menos do que o empresário precisa para salvar a sua empresa naquela hora e o problema não é resolvido, pior, se agrava porque ele adquire mais uma dívida.

Então o que fazer? Leia esta história no blog Lounge da Samara e deixe lá a sua opinião.

financas

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O Regime mencionado implica o pagamento dos seguintes impostos e contribuições federais incidentes na importação: 

 

I – Imposto de Importação; 

II – Imposto sobre Produtos Industrializados; 

III – Contribuição Social para o Financiamento da Seguridade Social devida pelo Importador de Bens Estrangeiros ou Serviços do Exterior – COFINS-Importação; e  

IV – Contribuição para o PIS/Pasep-Importação. 

 

Nota:

Os impostos e contribuições acima serão pagos na data do registro da Declaração de Importação

 

Os impostos e contribuições federais devidos serão calculados pela aplicação da alíquota única de 42,25% (quarenta e dois inteiros e vinte e cinco centésimos por cento) sobre o preço de aquisição das mercadorias importadas, à vista da fatura comercial ou documento de efeito equivalente, observados os valores de referência mínimos estabelecidos pela Secretaria da Receita Federal do Brasil. A alíquota relativa a cada imposto ou contribuição federal, corresponde a: 

 

I – 18% (dezoito por cento), a título de Imposto de Importação; 

II – 15% (quinze por cento), a título de Imposto sobre Produtos Industrializados; 

III – 7,60% (sete inteiros e sessenta centésimos por cento), a título de COFINS-Importação; e  

IV – 1,65% (um inteiro e sessenta e cinco centésimos por cento), a título de Contribuição para o PIS-Pasep-Importação. 

Leia o artigo completo do consultor jurídico do SEBRAE/SP, Claudio Roberto Vallim no Beco com Saída.

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