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Posts Tagged ‘Gestão’

Já percebeu como há uma facilidade incrível quanto á desorganização espontânea no mundo?

Tanto na vida pessoal quanto no dia a dia das empresas acontece a mesma coisa. A desordem tende a aumentar e isto é uma lei natural!

Quando espalhamos objetos fora de ordem em nosso carro ou permitimos abuso de poder em nossa empresa, acabamos de autorizar e iniciar um processo de desordem e desajuste que exigira esforço nosso ou de outros para ser interrompido!

Organização e desorganização, ordem e desordem relacionam-se com a grandeza física descrita em 1850 pelo físico alemão Rudolf Julius Clausius (1822-1888).como Entropia A palavra forma-se por dois radicais gregos: em (interior) e tropee (mudança).

Entropia é algo de “mudança interna”

A menção ao assunto Entropia se faz necessária para discutirmos a Segunda Lei da Termodinâmica com viés em Administração de Empresas!

A termodinâmica em sua Segunda Lei enuncia que : “Todo sistema natural, quando deixado livre, evolui para um estado de máxima desordem, correspondente a uma entropia máxima”.

A entropia passa a relacionar-se com mudanças interiores ocorridas num sistema natural. Como na Primeira Lei se afirma que há conservação na quantidade de Energia em um sistema, a energia que não pode mais ser usada para realizar trabalho passa a ser então designada como a entropia gerada pelo sistema.

Aqui aparecem mais dois conceitos da Física. A Energia que conceituamos como a capacidade de um sistema para realização de trabalho e o próprio trabalho como a medida da energia transferida pela aplicação de uma força ao longo de um deslocamento. Nossa visão moderna entende as empresas e negócios como Sistemas.

Convido a migrar então estes conceitos para o Universo da Administração de Empresas e assim creio que esta Segunda Lei teria o seguinte enunciado:

“Toda empresa administrada sem compromisso, evolui para um estado de máxima desordem, onde sua energia dispersa (atritos) é tão grande que as forças aplicadas não provocam qualquer deslocamento positivo em suas atividades e resultados, culminando em sua Entropia máxima”

Diria até que a Energia disponível realiza pouco ou nenhum efeito de deslocamento mesmo com intenso esforço (desgaste) da estrutura. O que fazer?

Saiba mais e comente no blog Bom de Negócio.

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Que a inovação é uma decisão estratégia para que as empresas possam enfrentar os desafios do mercado e se manter jovens e competitivas, poucos empresários duvidam. Mas, por que a maioria deles não implementam processos inovadores? O problema está na ausência de conexão entre “o pensamento inovador” versus a “atitude inovadora”. Muitos são favoráveis a implementação de estratégias inovadoras, mas não conseguem implementa-las como deveriam, seja por medo, falta de recursos ou falta de competências para a tomada de decisão.

Inovar não está simplesmente em oferecer produtos novos para atender novas demandas, como boa parte dos gestores empresariais entende. Inovar está na forma de gerir os processos, inclusive. Podemos encontrá-la na planta industrial de uma grande empresa, como na forma de atender com eficácia as necessidades do cliente. Leia mais e comente no blog Comunicação Empreendedora.


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O consultor Reinaldo Miguel Messias listou os 10 erros estratégicos mais comuns que nós identificamos na gestão dos pequenos negócios:

1) Cuidado com Visão Estratégica errônea ou distorcida

a) Desconhecer amplitude/necessidades/desejos do nicho de atuação

b) Falta de parcerias estabelecidas com fontes de suprimentos atuais e alternantes

c) Falta de ferramentas de comunicação com mercado presencial e virtual

d) Falta de política sucessória entre sócios e herdeiros

2) Cuidado com a Falta de Informações e Ferramentas de Controles Gerenciais

a) Processos de gestão não claros e formalizados

b) Falta de informações históricas confiáveis para tomadas de decisão

c) Tomadas de decisões por empirismo e “achismo”. “Bom para mim então bom para cliente”

3) Cuidado com a falta de “capacitação” gerencial do empreendedor

a) Desconhecimento de ferramentas e técnicas de auxilio a gestão

b) Descobrir suas deficiências e voltar a “Aprender a Empreender”

c) Aprimorar competências empreendedoras através de treinamento específico (Empretec)

4) Cuidado com a Qualidade em defasagem com o foco estratégico e comercial

a) Padrão de Qualidade defasado do valor percebido pela solução

5) Cuidado com o Desequilíbrio de Recursos Econômicos e Financeiros

a) Falta ou excesso de máquinas e equipamentos

b) Falta ou excesso de recursos humanos

c) Falta ou excesso nos padrões de níveis de estoque

d) Falta de Capital de giro

e) Excessivo grau de endividamento

Leia os demais erros e comente no blog Bom de Negócio!


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Percebe-se que existe muita confusão quando se fala de produção mais limpa. Associa-se o assunto ao ambiente de trabalho limpo e organizado, atividade do Programa 5 S, no entanto envolve uma série de outras atividades para sua implantação.

Produção mais limpa é um conceito que consiste em evitar a geração de resíduos, utilizando para isso o máximo aproveitamento da matéria prima, insumos, água, energia os quais são, normalmente, reutilizados neste mesmo processo, seja por meio da reciclagem ou redução de resíduos através do reuso, com benefícios ambientais, de saúde ocupacional e econômicos.

O princípio básico da metodologia de produção mais limpa é eliminar a poluição durante o processo de produção, não no final. A razão: todos os resíduos que a empresa gera custaram-lhe dinheiro, pois foram comprados a preço de matéria-prima e consumiram insumos como água e energia. Uma vez gerados, continuam a consumir dinheiro, seja sob a forma de gastos de tratamento e armazenamento, seja sob a forma de multas pela falta desses cuidados, ou ainda pelos danos à imagem e à reputação da empresa.

A Produção mais limpa visa a redução dos impactos negativos do ciclo de vida, desde a extração da matéria-prima até a disposição final. Em relação aos processos de produção, direciona para a economia de matéria-prima e energia, a eliminação do uso de materiais tóxicos e a redução nas quantidades e toxicidade dos resíduos e emissões.

O primeiro passo para a sua implantação e a mudança de atitudes. O aspecto mais importante da produção mais limpa é que a mesma requer não somente a melhoria tecnológica, mas a aplicação de conhecimento do produto e processos.  Esses fatores reunidos é que fazem o diferencial em relação às outras técnicas ligadas a processos de produção.

A aplicação do conhecimento significa melhorar a eficiência, adotando melhores técnicas de gestão, fazendo alterações por meio de práticas de Programa 5 S ou soluções caseiras e revisando políticas e procedimentos quando necessário. Mudar atitudes significa encontrar uma nova abordagem para o relacionamento entre a indústria e o ambiente, pois repensando um processo industrial ou um produto, em termos de Produção Mais Limpa, pode ocorrer a geração de melhores resultados, sem requerer novas tecnologias. Com isso, a estratégia geral para alcançar os objetivos é de sempre mudar as condições na fonte em vez de lutar contra os sintomas.

Pense nisto! Transforme suas matérias-primas em produtos e não em resíduos! Leia mais e comente no blog Gestão da Produção e Qualidade.

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Numa época em que o aumento do ingresso de dólares na economia brasileira tem gerado uma alta desvalorização de nossa moeda, o que resulta na perda de competitividade dos produtos brasileiros no exterior, qual a saída para que as micro e pequenas empresas exportadoras possam aumentar seus negócios?

Bem, entre as várias soluções possíveis para este problema, o investimento em inovações para melhoria da competitividade dos seus produtos e serviços dessas empresas é uma opção que garante resultados positivos duradouros.

Pesquisa e desenvolvimento de soluções inovadoras:

Soluções inovadoras são alcançadas através de pesquisas e do desenvolvimento de novos métodos visando à redução de custos, melhorias dos processos produtivos, ganhos de escala, entre outros, de modo a garantir a competitividade de uma empresa, agregando ainda valor aos seus produtos e serviços.

Desta forma, com a aplicação de soluções inovadoras a empresa exportadora não dependerá somente da cotação favorável do dólar para realização de negócios, antes, seus produtos e serviços poderão competir em pé de igualdade com os de outros países no mercado externo.

Entretanto, quando falamos em pesquisa e desenvolvimento de soluções inovadoras, estamos falando em investimentos cujos custos nem sempre são acessíveis às micro e pequenas empresas exportadoras…Leia mais e comente no blog do Boris Hermanson.

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Todo empresário tem consciência da importância da comunicação. Porém, quantos estão dispostos a investir adequadamente em um plano comunicacional, com objetivos, estratégias, metas e orçamento definidos a curto, médio e longo prazos?

Não obstante a sua importância, a comunicação ainda é considerada uma “perfumaria” para boa parte dos empresários. É ao mesmo tempo vilã e mocinha de uma história de um negócio. Por não se uma ciência exata, dificilmente é possível garantir o retorno sobre o investimento e seu resultado está condicionado a inúmeras variáveis.

Certo dia, conversando com um empresário, ele me disse que a sua empresa enfrentava graves problemas, como a falta de capital de giro, acesso às linhas de crédito e insatisfação dos funcionários quanto ao conjunto da remuneração. Mas o que o incomodava – era a comunicação. “Não consigo conviver com a necessidade de estar conectado com meus clientes, precisando constantemente promover os produtos, manter um canal claro com meus funcionários e melhorar a percepção da marca pelos clientes. Isso exige muito esforço e recursos. Essa tal comunicação é um inferno”, afirmou descontente.

A comunicação é impiedosa com quem não sabe tratá-la com respeito, aproveitando todos as vantagens que ela pode oferecer se forem aplicadas corretamente as estratégias. Há campanhas belíssimas, premiadas internacionalmente, mas os resultados de marketing não foram tão expressivos quanto os institucionais. Há outras, porém, sem expressão criativa, limitada estrategicamente, mas apresentam um ROI (retorno sobre o investimento) acima do que a empresa imaginava, com aumento de vendas, crescimento do market share, etc.

Então, onde está o problema? Leia mais e comente no blog Comunicação Empreendedora.

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Lan house como sinônimo de casa de jogos ou entretenimento é coisa do passado. Quanto maior o número de brasileiros conectados, maior é a importância social das lan houses espalhadas pelo país.

Hoje, as lan houses concentram mais de 35% dos acessos à internet no Brasil, segundo a última Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). As lan houses estão no segundo lugar no ranking de locais de acesso, ultrapassando o local de trabalho, que antes ocupava a segunda posição. Leia o estudo completo, em PDF.

Ou seja, tem mais gente usando internet na lan house do que no trabalho.

Por isso, se você é dono de uma lan house ou pensa em abrir uma na sua cidade, não adianta pensar apenas no retorno do seu investimento em termos financeiros. Ajude a ensinar coisas novas a seus clientes, a promover uma melhor consciência digital. E em breve você será mentor (ou amigo) de novos empreendedores que poderão mudar a cara do Brasil.

E que deram os primeiros passos na sua lan house. Leia mais e comente no blog Lan House do Futuro.


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