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Posts Tagged ‘gestão financeira’

Esta é uma pergunta, que pelo menos uma vez por semana, um empresário nos faz. Vamos conversar sobre o assunto.

Depende da proposta, se for uma questão de sobrevivência, através de um plano de estratégia comercial, estruturada e acompanhada de perto, tudo bem, mas se for uma forma de captar mais dinheiro, cuidado, este caminho é de alto risco e de baixa taxa de sobrevivência.

Lembrem-se, produtos ou serviços vendidos abaixo da linha positiva do lucro, significa que a empresa está dando dinheiro para seus clientes, ou queimando recursos, que podem fazer falta em outros momentos.

Se apesar dos avisos o empresário está determinado a seguir com a idéia, vou apresentar a forma para ele seguir, mas antes é necessário conhecer o negócio e os processos administrativos, comerciais e financeiros detalhadamente, e obviamente, as informações que integram a elaboração dos custos e a própria formação dos preços de venda, mas sempre existe a possibilidade do multiplicador mágico 2.

Explicação: custo x 2 = preço de venda. Esta lenda macabra transparece o ganho suposto de 100%. É a administração nas trevas.

O procedimento correto, do caminho da vitória, como sempre, é bem mais complicado e trabalhoso, exige sabedoria e persistência.

Neste caminho árduo, existem diversas variáveis envolvidas, para possibilitar a resposta correta, muitas delas não sofrem qualquer tipo de influência da gestão do negócio, porém outras são diretamente ligadas às ações administrativas.

Quais são estas variáveis? Continue lendo no blog Consultoria Individual

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Para muitas pessoas a empresa se resume ao balcão de atendimento, mas elas precisam aprender que é justamente ali que ela começa para o empreendedor.

Quando você descobre a vida que existe por detrás do balcão, não cheio de luzes, cores, e clientes, mas com muitos formulários, planilhas, alguns repletos de informações e ainda por serem preenchidos, novos desafios se apresentam exigindo mais atitude e determinação por parte do futuro empresário.

Neste ambiente, os dados da empresa podem, em uma primeira vista, estarem escondidos em caixas-pretas (que são na verdade na cor laranja), espalhados por diversos caminhos, alguns atalhos, mas o desbravador, sabendo utilizar as ferramentas adequadas terá acesso ao vasto universo de conhecimento sobre o negócio.

Assim a nossa aventura tem início. Leia mais e comente no blog Gestão de Negócios.

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Quando a empresa se utiliza diariamente da facilidade de crédito nas instituições financeiras para recompor o fluxo de caixa, as pessoas diriam que alguma coisa não vai bem com o negócio, existe a necessidade de recompor o capital de giro, valor para a empresa atender a oscilação do caixa da empresa.

Já quando o empresário faz da sua empresa um sucesso, as pessoas diriam que o empreendedor é um sucesso, e o modelo de gestão implantado é o máximo, pois o capital de giro atende totalmente o caixa da empresa.

Nos dois casos, empresa e empresário são cúmplices em todas as ações praticadas, porém como a organização não consegue realizar nada sem o seu proprietário, este, principalmente, e seus colaboradores, se tornam os responsáveis pela condução do negócio.

Atualmente, com as facilidades disponibilizadas pelos bancos para a captação de dinheiro, como o adiantamento de recebíveis, cheques e cartões de crédito, o descontrole sobre as operações financeiras, deixa para o fluxo de caixa a insegurança de poder cumprir suas obrigações.

Quando para não perder mercado, os preços de venda são reduzidos a patamares desconhecidos, ou mesmo, conhecidos mais muito próximos da tênue linha que divide o lucro do prejuízo, os estoques, descontrolados, tentam atender todos os gostos do mercado, os prazos de pagamentos dos clientes são estendidos desmedidamente, neste instante a estrutura do barco não agüenta, começa a ter infiltrações, a navegação torna-se difícil e a possibilidade de sucumbir aumenta.

É bom lembrar que a redução dos preços deve ser seguida do aumento, em quantidade das vendas, pois o valor econômico por produto precisa ser mantido.

Exemplo:

Venda anterior: preço de venda R$ 12,00 vezes 100 produtos vendidos = R$ 1.200,00 (este é o valor econômico do produto no passado).

Venda atual: preço de venda R$ 10,50 vezes 100 produtos vendidos = 1.050,00 (este é o valor econômico do produto no presente).

Queda de faturamento de R$ 150,00, ou seja, para voltar ao valor econômico anterior de R$ 1.200,00, a empresa precisa vender mais 15 produtos (R$150,00 / R$ 10,50 preço atual= 14,3).

Aumentar as vendas em 15%, tarefa nada fácil, não é mesmo?

Assim, reduzir preços, sem analisar o potencial de mercado e os limites da empresa, pode se transformar em mais um problema para o capital de giro.

E se, além disto, haver um aumento no prazo de pagamento para o cliente, fato que exigirá mais dinheiro para o giro de caixa, a situação pode ficar mais grave.

Como evitar este caminho penoso na gestão financeira da sua empresa? Leia mais e comente no blog Gestão de Negócios.

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Para realizar uma análise financeira para um novo negócio, de uma empresa existente, ou ainda uma idéia de negócio, os parâmetros básicos ou fundamentais precisam ser seguidos como dogma, ou seja, tem que ser eles e ponto final.

  • Total do valor a ser investido.
  • Investimento a ser realizado ao longo do tempo.
  • Os custos fixos, inserido neles o seu pró-labore, algo importante para a perpetuação da sua família, e ainda, aluguel, energia elétrica, e outros, como a depreciação do imobilizado.

Estes são itens que temos total disponibilidade e controle, e com a enorme possibilidade de acertar os valores, mesmo para um aprendiz de empreendedor.

Porém, outras peças do quebra-cabeça oscilam ao sabor dos mares do mercado, hora agitados, outras vezes calmos, portanto, vamos precisar usar a imaginação e a perspicácia para determiná-los, com o mínimo possível de margem de erro.

Como seguem:

1 – O custo estimado do total das mercadorias ou serviços vendidos, que é o resultado da multiplicação entre as quantidades comercializadas ao sabor da animação dos consumidores, mesmo com a pressão dos concorrentes, e o valor estabelecido pelo fornecedor.

2 – O resultado da multiplicação entre o que queremos cobrar, em colisão com a disposição do valor desejado pelo cliente, e a aquela quantidade de venda, já discutida anteriormente, nos fornece o faturamento desejado.

Como um bom estrategista, é interessante manter um dos olhos à espreita das oscilações do mercado, suas aflições, desejos, angústias e principalmente as necessidades futuras, aquelas que eles ainda não sabem como viveram até hoje sem elas, e o outro no universo financeiro.

Muito bem, continuando a análise de viabilidade, fazemos os seguintes cálculos:

  • Deduzindo do faturamento os impostos, comissões, o custo total das mercadorias vendidas, os custos fixos, as despesas financeiras, conseguimos chegar, arduamente é verdade, a determinar se este negócio terá lucro ou prejuízo.
  • Se for o primeiro, seguimos para o segundo estágio, caso contrário, voltamos para a estaca zero.

Pois bem, o cálculo do demonstrativo indicou lucro, assim, segue o jogo.

Ao longo de cinco anos de fluxos de caixa contínuos, segundo uma estimativa de sazonalidade, que se fez a partir de uma empresa semelhante a nossa, inserimos sinais positivos e negativos nos fluxos mensais, com percentuais de um ou dois algarismos, conforme o entendimento empírico analítico de cada um.

Calculamos o nosso saldo de caixa descontado, ou melhor, a valorização do negócio para os próximos cinco anos, em valores de hoje.

Somente para lembrar, um olho nos mercados, quando falo em mercados são os três: fornecedores, consumidores e concorrentes, e outro nos recursos financeiros.

Se o valor for maior que o investimento total inicial, incluído o capital de giro para o negócio sair da inércia, muito bom, se menor, problemas, voltamos para a estaca zero.

Se tudo está conforme acreditamos ser satisfatório, e o cálculo do retorno do investimento, começar a existir até o décimo oitavo mês, seguimos nessa, se isto não acontecer, voltamos para a estaca zero.

Caso estivermos indo na direção certa, longe da estradinha que leva ao brejo, basta escolher o local e depositar nossas esperanças na matemática e em alguns fatores essenciais ao sucesso de uma empresa:

  • Acreditar no que está fazendo.
  • Saber convencer ou outros.
  • Vender os produtos e serviços, satisfazendo os clientes e a empresa.

Leia mais e comente no blog Gestão de Negócios.

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Existem muitas dúvidas sobre a obrigatoriedade na aceitação de diferentes meios de pagamento, especialmente entre as empresas do comércio varejista.

Inicialmente devemos aletar os comerciantes que a recusa do recebimento de moeda corrente nacional como forma de pagamento configura contravenção penal (artigo 43 do Decreto Lei n.º 3.688/41).

Porém o que dizer da aceitação ou não de cheques ou cartão de crédito como forma de pagamento de dívidas?

Aceitação de cheques:

Nossa legislação não obriga os comerciantes a aceitarem cheques como forma de pagamento. Entretanto, caso um estabelecimento não aceite tal forma de pagamento ou ainda, se houver sua aceitação com restrições, tais condições deverão ser informadas aos seus consumidores de forma ostensiva. Isto é estabelecido pelo Código de Defesa do Consumidor (Lei n.º 8.078/90), no inciso III do artigo 6º e também nos artigos 30 e 31.

Desta forma, se um estabelecimento comercial não aceitar cheques como forma de pagamento, essa informação deverá ser divulgada aos seus clientes de forma ostensiva, ou seja, em local bem visível, informando ainda quais as formas de pagamento aceitas.

Sobre as restrições ao recebimento de chegues, os órgãos de defesa do consumidor permitem apenas a recusa de cheques de terceiros e de cheques de outras praças. Por sua vez a recusa no recebimento de cheques em decorrência do tempo de abertura da conta corrente do cliente é considerada ilegal e abusiva por esses órgãos.

Além desses motivos, o comerciante também poderá determinar que somente sejam aceitos cheques mediante o preenchimento de cadastro prévio com a realização de consulta aos serviços de proteção ao crédito. Tal como no caso da não aceitação de cheques, tais condições deverão ser informadas de forma bem visível aos seus clientes.

Aceitação de cartão de crédito ou débito:

No caso de cartão de crédito ou débitos, sua aceitação como forma de pagamento não é obrigatória para os comerciantes, porém caso o lojista o aceite, seus clientes deverão ser informados disso de forma ostensiva, sendo esclarecidas inclusive quais as bandeiras com a qual seu estabelecimento trabalha.

Vale lembrar que os órgãos de defesa do consumidor consideram ilegais a determinação de valores mínimos ou a fixação de produtos que possam ser pagos com cartão de crédito ou débito. Também não é aceito a prática de descontos diferenciados para compras a vista em moeda e aquelas a vista realizada com cartões de crédito ou débito.

Conclusão:

Dessa forma, vimos que os estabelecimentos do comércio varejista não são obrigados a aceitarem cheques ou cartão de crédito ou débito como forma de pagamento. Porém, casos estes sejam aceitos, tal situação, bem como eventuais restrições legais, deverão ser informadas aos seus clientes de forma ostensiva, bem visível em seus estabelecimentos comerciais.

Leia mais e comente no blog do Boris Hermanson.

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Qual a rentabilidade (lucro sobre as vendas) da sua empresa?  Qual a situação financeira da sua empresa?

É muito comum encontrarmos empresas economicamente viáveis, ou seja, empresas cuja atividade em si geram lucro!  Porém, financeiramente inviáveis, ou seja, por algum motivo, tem compromissos financeiros extraordinários, oriundos, por exemplo, de financiamentos, empréstimos, … que são maiores do que a margem de lucro!

Certamente, situações como estas, representam o começo de um fim!

Muitos casos de insucesso nas empresas são frutos de erros ou ausência do planejamento financeiro.

Muito comum é a montagem de uma empresa, mediante financiamento de máquinas, equipamentos, veículos, estoques e capital de giro, sendo estes, negociados para amortizações imediatas, bem antes do negócio começar a gerar lucro.

Resultado disso, apesar do lucro operacional obtido, em função dos compromissos de amortizações, falta dinheiro para suprir integralmente as necessidades do dia-a-dia.

Então, uma empresa viável na sua atividade, por haver sido “construída” com recursos de terceiros, tem sua sobrevivência comprometida pelo erro de planejamento na busca da origem dos recursos.

Não estamos – em absoluto – instituindo que financiamentos inviabilizam um negócio, simplesmente que estes financiamentos devem ser previamente e cautelosamente planejados.

Certamente você já percebeu o quanto comentamos sobre a necessidade de um bom planejamento, pois, frequentemente recomendamos o planejamento e também a elaboração do orçamento financeiro, isto porque, na realidade, administração das finanças é a gestão daquilo que fora previamente planejado e efetivamente realizado, e não, como comumente ocorre, o controle da movimentação das entradas e saídas aleatórias.

Planejamento é a alma do negócio! Saiba mais e comente no blog Finanças

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O pró-labore é o salário que o dono da firma paga a si próprio. Melhor ainda: é o salário que a pessoa jurídica paga à pessoa  física (o proprietário), pois mesmo que fosse uma empresa informal, equivaleria a termos dado à luz a uma criança e não ter feito o seu registro no cartório. Ela existe de fato, mas não de direito.

Suponhamos agora que o proprietário tenha 3 despesas pessoais (isto é uma simplificação da realidade). De fato ele tem uma infinidade, não é?

As três despesas pessoais são: O plano de saúde da vovó. Ela é diabética, hipertensa e tem 90 anos; o leite das crianças; e o colégio dos meninos.

Lembre-se de que a vovó é despesa do titular da firma e não da firma em si, pois precisamos separar as despesas pessoais das despesas do negócio.

Ao fazer as contas de suas despesas pessoais, o titular percebe que, faça chuva, ou faça sol, precisará ter uma renda mensal de R$ 1 mil.

Advogando que o pró-labore é uma despesa fixa, temos que esta rubrica será de R$ 1 mil por mês, não importa o quanto se venda em cada mês.

Vejamos a tabela que se segue:

Janeiro Fevereiro Março
Pró-labore R$ 1.000,00 R$ 1.000,00 R$ 1.000,00
Retirada R$ 1.500,00 R$    800,00 R$ 1.200,00
Lucros R$    500,00

Suponhamos que em janeiro, se vendeu tão bem, tão bem, tão bem, que o titular resolveu tirar R$ 1.500,00, ao invés dos R$ 1.000,00, inicialmente esperados. Nem por isso, o pró-labore passaria a R$ 1.500,00, o que o tornaria uma despesa variável que cresce e decresce junto com as vendas. Ele continua em R$ 1.000,00, sendo os R$ 500,00 a mais, os lucros da empresa em que o titular “meteu a mão”.

Agora imagine que fevereiro foi tão ruim, tão ruim, tão ruim, que sequer se conseguiu tirar os R$ 1.000,00. Como se vê, só foi possível tirar R$ 800,00. Mas nem por isso o pró-labore deixará de ser R$ 1.000,00. O que ocorreu é que o cidadão pagou o plano de saúde da vovó e o leite das crianças, deixando o colégio sem pagar. Mas quem não paga o colégio em fevereiro, em março pago o colégio 2 vezes, ou seja, dos R$ 1.200,00 retirados em março, R$ 200,00 são do pró-labore de fevereiro, só que pagos em março.

Melhor será tirar regularmente o pró-labore e, ao final do ano,  apurar balanço, embolsando, só então, parte dos lucros. Deus o livre! você só consegue pagar a folha salarial de julho em outubro, isto não a tornará despesa de outubro e sim despesa de julho paga em outubro.

Três ponderações devem ser feitas aqui:

(mais…)

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