Feeds:
Posts
Comentários

Posts Tagged ‘gestão empresarial’

Quem investe quer retorno! O capital (dinheiro ou bens) que os sócios aplicaram na empresa tem de ser devolvido pela empresa, tal que, num certo período de tempo, os sócios disponham da empresa e também do capital que utilizaram. Isto mesmo, disponham dos dois!  No período seguinte a empresa deve devolver “mais um capital aplicado”, e tantas vezes pelo tempo que durar a empresa. Este é o princípio de acumulação de capital, de formação de patrimônio, de geração de riquezas.

Verdadeiramente o negócio só é viável se for capaz de retornar, ou devolver para os sócios o investimento realizado. Cada sócio deve pensar assim: “o que eu gastei para montar a empresa, eu preciso recuperar”

A expressão “retorno de investimento” significa que mensalmente a empresa devolve para os sócios parte do capital que investiram inicialmente ou durante a vida da empresa. Esta parte que retorna, que paga para os sócios o investimento feito, é  justamente o lucro acumulado num período.

Se, por acaso, a empresa não puder proporcionar aos donos a devolução do investimento, pode significar que  esgotou a oportunidade de negócio. Por isso é essencial planejar e acompanhar a capacidade de retorno do capital. Leia mais e comente no blog Ágil + Frágil.

Anúncios

Read Full Post »

Sucesso é algo desejado por todos os empresários e empreendedores. A palavra sucesso traz consigo a idéia de alcançar um resultado feliz numa empreitada ou projeto. No mundo empresarial, este resultado feliz é uma meta perseguida por todos empresários e empreendedores. Mas será que existe alguma fórmula para se alcançar o sucesso no mundo das micro e pequenas empresas?

Bem, realmente não existe uma fórmula “mágica” para se alcançar o sucesso empresarial, antes, o que existe são fatores tais como planejamento, estudo e trabalho árduo que podem ajudar quem queira atingir este ideal.

Planejamento prévio:

Para se ter sucesso em qualquer empreitada, o planejamento é essencial, principalmente quando falamos na criação de um novo negócio.

Planejar significa, neste contexto, elaborar um plano detalhado da futura empresa. Para que isto seja possível é necessário conhecer todas as atividades que serão exercidas no novo negócio, seu público alvo, seus concorrentes, as tendências de mercado e ainda ter um bom conhecimento de gestão financeira.

Outra questão importante nessa etapa é a afinidade do empreendedor com o negócio, que costuma ira além do simples “gostar” do ramo, já que administrar uma pequena empresa exige habilidades em muitas áreas: comprar, vender, gerenciar pessoas e conflitos, lidar com clientes, fornecedores e concorrentes, entre outras competências.

O futuro empresário pode organizar todas as informações do novo negócio num único documento, conhecido como plano de negócios. O plano de negócios é um instrumento que serve para analisar, de forma conjunta, as informações do mercado (público alvo, dimensionamento da demanda e concorrência, tendências de mercado, etc), juntamente com as informações financeiras (investimento inicial, custos, despesas, taxa de retorno do capital investido, etc) permitindo uma avaliação prévia da oportunidade e dos riscos associados à nova atividade. Leia mais e comente no blog do Boris Hermanson.

Read Full Post »

Nestes tempos pós crise, é comum que os ganhos acabem mascarando alguns fatores importantes para consolidar nossas empresas.
Listamos 10 dicas para serem sempre relembradas doravante.

1) Enxergue a realidade
As pesquisas e dados têm seu valor, mas o empreendedor precisa conhecer os clientes e o mercado para entender o que eles pensam. A intuição empreendedora se potencializa quando conectada com empregados e consumidores. É sempre oportuno validar intuição com dados!
2) Persiga metas desafiadoras
O mercado é mais competitivo que nossos planejamentos; se quiser realmente desafiar o mercado, comece desafiando sua capacidade empreendedora com metas factíveis, porém ousadas!

3) Empenhe-se na Competitividade
Os princípios da Qualidade, Produtividade e Inovação devem fazer parte de qualquer tomada de decisão a ser realizada na empresa, pois permitem assegurar atitudes competitivas frente aos anseios do cliente. Esta forma de gestão busca criar uma imagem de valor nos negócios e não apenas de oportunidade sob a ótica do cliente.

4) Rastrei seu Cliente
Os negócios lá no fundo continuam a ser a mesma coisa: troca de soluções por dinheiro, agregando valor ao consumidor e lucro ao capital investido. O que muda a cada momento é o cliente, seus hábitos, expectativas, necessidades e desejos.
Saiba mais sobre ele do que ele mesmo supõe! Será fundamental para conquistá-lo e mante-lo.
5) Oriente-se pela Competitividade
Os princípios da Qualidade, Produtividade e Inovação devem fazer parte de qualquer tomada de decisão a ser realizada na empresa pois permitem assegurar atitudes competitivas frente aos anseios do cliente.Esta orientação de gestão busca criar uma imagem de valor nos negócios e não apenas oportunidades percebidas pelo cliente.Competição aprimora! …Leia mais e comente no blog Bom de Negócio.

Read Full Post »

Conta-se que certa vez perguntaram ao Sr Ishikawa (aquele da “espinha de peixe” ou diagrama de causa e efeito) o que se deveria fazer para começar a implantar a Qualidade na Gestão de uma empresa, ao que ele com a típica sabedoria oriental, em poucas palavras disse:

-Comece varrendo!

Varrer faz alusão á eliminação de sujeira.

Eliminar o que não presta, o que incomoda, atrapalha, enfim aborrece!

Elimina e cuidar para não tornar a brotar sujeira no sentido pleno!

É eliminar a sujeira em todas as suas dimensões.

Uma das dimensões que se deve verificar e eliminar está na dimensão ética.

Nesta dimensão devemos evitar e eliminar práticas não conforme nos aspectos tributários, comerciais e empresariais. Como exemplo busque abster-se de práticas escusas que visam o lucro fácil, e que burlam ou corrompem a sociedade.

É fazer uso da vassoura da consciência empresarial cujo foco se orienta pela Responsabilidade Social e Desenvolvimento da Cultura da Cidadania.

Esta vassoura fica permanentemente na sala do “Empre$ário” e todos os colaboradores percebem quando ela é usada!

Aparece também a sujeira no contexto físico, aquela que “gruda no chão, no balcão e no salão e no porão” ou que apesar de não ser sujeira tipificada, está na forma de retalhos e sobras, resíduos de processo ou até mesmo desperdícios.

A sujeira “física” pede um olhar de Sustentabilidade, Meio Ambiente e Racionalização! Usamos a vassoura do empreendedor que fica na área de operações e que deve ter seu uso estimulado e compartilhado com todos os colaboradores da empresa.

Fazer uso desta vassoura é estimular a redução ou eliminação deste acúmulo na empresa.

Que saber como começar a varrer aí na sua empresa? Leia mais no blog Bom de Negócio!


Read Full Post »

Conquistar e fidelizar os clientes sempre serão tarefas difíceis para os empresários, iniciantes ou não, pois esta ação está atrelada a diversas atividades empreendedoras, que vão desde a aquisição dos produtos e serviços, até a satisfação total do consumidor, passando obrigatoriamente por diversas ações que devem ser inovadoras.

Para adquirir junto aos fornecedores produtos e serviços que atendam plenamente as necessidades e desejos dos clientes, não basta aos empresários somente ser um bom negociador, a lista de pré-requisitos torna-se mais complexa e rigorosa a cada ano que passa.

Buscar atrações e novidades, com custos compatíveis à realidade do mercado, sem prejuízo a variedade e a qualidade, é uma imposição financeira a ser absorvida pelo administrador.

Assim, as inovações começam a se somar, deixando para trás um rastro de empresas com dificuldades nas vendas, porém, empurrando para o sucesso aquelas que correm diariamente na captura de novidades.

A gestão do estoque é mais um artifício para surfar com tranqüilidade nas ondas do mercado, pois nela estão ancorados o capital de giro e o adequado atendimento dos consumidores.

E a venda?

Este é clímax do negócio, vender com lucro, e ainda deixar o cliente muito satisfeito com a sua compra.

E o pós venda? Leia mais e comente no blog Gestor de Oportunidades.

Read Full Post »

Quantas vezes você já ouviu esta frase em alguma empresa ao ser atendido: “Desculpe o atraso, hoje foi o dia em que o dono apareceu na empresa e ele só faz atrapalhar…Ele não entende e fica dando pitaco no nosso trabalho…”

Trago esse fato com o objetivo de refletirmos sobre as competências que o gestor do seu próprio negócio deve ter. Se olharmos as competências em três dimensões, seria a seguinte: ter conhecimento, habilidades e atitudes.

O conhecimento quanto às informações que deverá dominar para saber o que fazer com elas. No mínimo, podemos considerar: conhecimento de gestão, do produto/serviço e do mercado em que está inserido. As habilidades vêm da técnica e da destreza de saber fazer uso do conhecimento em ação no seu dia a dia. As atitudes se inserem neste contexto, trazendo a vontade e a coerência do falar e agir do empresário na sua atuação diante dos clientes, funcionários, fornecedores e com a comunidade em que a empresa está inserida.

O problema é que muitos não utilizam essas competências citadas e começam a contratar funcionários para executar atividades que não gostam de fazer ou para atividades que não detém conhecimento. Dessa forma, deixam de ter o domínio do conhecimento das áreas chaves da empresa e confundem delegar com abdicar o seu papel como gestor. Leia mais e comente no blog Casos e Causos.


Read Full Post »

Uma empresa é um ser vivo que possui dinâmica própria, que por sua vez reflete a competitividade do mercado, a economia, infra-estrutura negocial e a mentalidade empreendedora, por parte do empresário.

A competitividade do mercado terá o ritmo da dinâmica setorial. Existem setores que há uma constante entrada e saída de concorrentes do mercado, outras o fornecedor e  os clientes ditam as regras do jogo; e sem falar do ritmo de inovação dos produtos e serviços oferecidos.

A economia é influenciada por situações que ocorrem no âmbito local, regional, nacional e internacionalmente, não podemos esquecer algo recente que foi a crise nos Estados Unidos e seus devidos impactos.

A estrutura negocial pode ser vista como o porte ou a infra-estrutura da empresa, seja física ou gerencial, que poderá dar as condições básicas se posicionar no mercado.

Tudo isso junto com a mentalidade empreendedora do empresário que resulta na forma de enxergar o mundo, o mercado, a concorrência e sua empresa. A sua percepção vai refletir na sua tomada de decisão e a visão de futuro do seu negócio.

Leia mais e comente no blog Casos & Causos

servivo

Read Full Post »

« Newer Posts - Older Posts »