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Posts Tagged ‘financiamentos’

As empresas são obrigadas a informarem os motivos relativos à recusa na concessão de crédito para seus clientes?

Esta é uma questão que causa muitas dúvidas e preocupações, especialmente no segmento do comércio varejista, visto que os clientes que se sintam prejudicados com o não fornecimento dessas informações podem acionar a justiça buscando a reparação dos danos morais sofridos.

O direito à informação e o processo de analise de credito:

Para analisarmos esta questão é necessário esclarecer inicialmente que o comerciante não é obrigado a conceder crédito aos seus clientes, ou seja, nossa legislação não obriga ninguém vender a prazo. Além disso, o próprio processo para concessão de crédito é uma atividade discricionária da empresa, ou seja, este processo é realizado segundo critérios particulares adotados por cada empresa.

Entretanto, apesar da empresa não ser obrigada a vender a prazo e do processo de analise de crédito ser um ato discricionário, seus clientes têm o direito de saber quais são as exigências para a abertura do crediário. Isto é estabelecido pelo Código de Defesa do Consumidor, no inciso 3º do artigo 6º e também nos seus artigos 30 e 31, que garantem aos consumidores o direito a informações que envolvam não só produtos colocados à sua disposição, mas também as condições que envolvam sua negociação.

Dessa forma, a empresa deverá informar ostensivamente, ou seja, em local bem visível, quais os documentos exigidos para a abertura de crediário, bem como se haverá ou não consulta aos serviços de proteção ao crédito neste processo.

Informação sobre motivos da negativa de concessão de crédito:

Em vista do direito às informações que envolvam o negócio que consumidor pretenda realizar, entendemos que ele também deva ser informado sobre os motivos para recusa da concessão de crédito ou abertura de crediário.

Vale lembrar que essa recusa pode ocorrer por várias razões, tais como a existência de restrições cadastrais registradas nos serviços de proteção ao crédito, renda insuficiente para assumir o compromisso desejado, falta da apresentação dos documentos exigidos.

Seja qual for o motivo, o funcionário responsável pela analise de crédito da empresa, deverá informar seu cliente, sempre de forma reservada e respeitosa, qual o problema que impediu a aprovação de seu crédito.

Agindo assim, com transparência e respeito, sua empresa sem dúvida evitará problemas judiciais com seus clientes. Leia mais e comente no blog do Boris Hermanson.

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Empresários e executivos se dispõem a aplicar até R$ 1 milhão e orientar grupos nascentes

A atividade dos “investidores-anjo” – que aplicam seu próprio capital e experiência em empresas nascentes – começa a ganhar corpo no Brasil. Segundo Mariana Aragão do Estadão, no último ano, pelos menos quatro grupos desses profissionais surgiram no País. O movimento é bastante difundido em países europeus e Estados Unidos. Nos EUA, 60 mil companhias são capitalizadas por “anjos” todos os anos – Google e Microsoft são exemplos de empresas que nasceram com esse auxílio.Aqui, a iniciativa é recente. O primeiro grupo organizado de “anjos”, o Gávea Angels, surgiu em 2002, no Rio de Janeiro. Estão sendo criados grupos em São Paulo, Minas Gerais, Pernambuco, Bahia e Santa Catarina. Como o Gávea, são formados por executivos de grandes empresas e empreendedores experientes que querem apostar – e lucrar – em novos negócios. Os “investidores-anjo” têm disposição para aportar até R$ 1 milhão nas empresas. Quer saber mais? Leia aqui.

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