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Posts Tagged ‘Estratégia’

O consultor Reinaldo Miguel Messias listou os 10 erros estratégicos mais comuns que nós identificamos na gestão dos pequenos negócios:

1) Cuidado com Visão Estratégica errônea ou distorcida

a) Desconhecer amplitude/necessidades/desejos do nicho de atuação

b) Falta de parcerias estabelecidas com fontes de suprimentos atuais e alternantes

c) Falta de ferramentas de comunicação com mercado presencial e virtual

d) Falta de política sucessória entre sócios e herdeiros

2) Cuidado com a Falta de Informações e Ferramentas de Controles Gerenciais

a) Processos de gestão não claros e formalizados

b) Falta de informações históricas confiáveis para tomadas de decisão

c) Tomadas de decisões por empirismo e “achismo”. “Bom para mim então bom para cliente”

3) Cuidado com a falta de “capacitação” gerencial do empreendedor

a) Desconhecimento de ferramentas e técnicas de auxilio a gestão

b) Descobrir suas deficiências e voltar a “Aprender a Empreender”

c) Aprimorar competências empreendedoras através de treinamento específico (Empretec)

4) Cuidado com a Qualidade em defasagem com o foco estratégico e comercial

a) Padrão de Qualidade defasado do valor percebido pela solução

5) Cuidado com o Desequilíbrio de Recursos Econômicos e Financeiros

a) Falta ou excesso de máquinas e equipamentos

b) Falta ou excesso de recursos humanos

c) Falta ou excesso nos padrões de níveis de estoque

d) Falta de Capital de giro

e) Excessivo grau de endividamento

Leia os demais erros e comente no blog Bom de Negócio!


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Percebe-se que existe muita confusão quando se fala de produção mais limpa. Associa-se o assunto ao ambiente de trabalho limpo e organizado, atividade do Programa 5 S, no entanto envolve uma série de outras atividades para sua implantação.

Produção mais limpa é um conceito que consiste em evitar a geração de resíduos, utilizando para isso o máximo aproveitamento da matéria prima, insumos, água, energia os quais são, normalmente, reutilizados neste mesmo processo, seja por meio da reciclagem ou redução de resíduos através do reuso, com benefícios ambientais, de saúde ocupacional e econômicos.

O princípio básico da metodologia de produção mais limpa é eliminar a poluição durante o processo de produção, não no final. A razão: todos os resíduos que a empresa gera custaram-lhe dinheiro, pois foram comprados a preço de matéria-prima e consumiram insumos como água e energia. Uma vez gerados, continuam a consumir dinheiro, seja sob a forma de gastos de tratamento e armazenamento, seja sob a forma de multas pela falta desses cuidados, ou ainda pelos danos à imagem e à reputação da empresa.

A Produção mais limpa visa a redução dos impactos negativos do ciclo de vida, desde a extração da matéria-prima até a disposição final. Em relação aos processos de produção, direciona para a economia de matéria-prima e energia, a eliminação do uso de materiais tóxicos e a redução nas quantidades e toxicidade dos resíduos e emissões.

O primeiro passo para a sua implantação e a mudança de atitudes. O aspecto mais importante da produção mais limpa é que a mesma requer não somente a melhoria tecnológica, mas a aplicação de conhecimento do produto e processos.  Esses fatores reunidos é que fazem o diferencial em relação às outras técnicas ligadas a processos de produção.

A aplicação do conhecimento significa melhorar a eficiência, adotando melhores técnicas de gestão, fazendo alterações por meio de práticas de Programa 5 S ou soluções caseiras e revisando políticas e procedimentos quando necessário. Mudar atitudes significa encontrar uma nova abordagem para o relacionamento entre a indústria e o ambiente, pois repensando um processo industrial ou um produto, em termos de Produção Mais Limpa, pode ocorrer a geração de melhores resultados, sem requerer novas tecnologias. Com isso, a estratégia geral para alcançar os objetivos é de sempre mudar as condições na fonte em vez de lutar contra os sintomas.

Pense nisto! Transforme suas matérias-primas em produtos e não em resíduos! Leia mais e comente no blog Gestão da Produção e Qualidade.

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Dois mil e dez chegou e é hora de Inovar e renovar. Inovar é pensar em algo que seus concorrentes ainda não pensaram e colocar em prática esta idéia com eficiência e eficácia para obter resultados econômicos e financeiros diferenciados. A inovação pode gerar redução de custos e tempo de fabricação, melhorando o relacionamento com o cliente, a produtividade do negócio e as condições de trabalho para os colaboradores, além de também melhorar o desempenho de técnicas já aplicadas na empresa.

A inovação deve gerar valor diferenciado e que deve ser percebido pelo cliente, mesmo quando a inovação não está ligada diretamente ao atendimento ou ao relacionamento com o cliente. Se a inovação não gerar valor para o cliente ela não está cumprindo sua missão. Valor é a relação entre o benefício da inovação percebido pelo cliente e o custo para este cliente obter o benefício.

Em um mercado altamente competitivo a inovação é necessária para diferenciar-se no mercado. A inovação gera riquezas e mantém a empresa a frente do seu mercado. Mais do que um ação de mercadológica a inovação deve fazer parte da cultura da empresa. A inovação não é uma ação pontual que é feita uma vez na empresa e não se fala mais, trata-se de uma política de longo prazo.

Inovação é algo simples mas que muitas vezes revoluciona a empresa e o mercado envolvendo tecnologia, gestão, processos e até mudanças no modelo de negócios. A inovação traz competitividade para empresa e se bem trabalhada gera um alto índice de aprendizagem para seus colaboradores e dirigentes. Empresas que sempre estão atualizadas com técnicas modernas de gestão podem ficar atrás de empresas inovadoras, pois simplesmente replicar o que está sendo feito por todos não garante sucesso, o ideal é estar a frente. Leia mais e comente no blog Marketing e Vendas.

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Analisando várias empresas e seus planos para 2010  identificamos algumas variaveis comuns a vários planejamentos e quero compartilhar com vocês:

Maiores oportunidades para 2010

– aumento de vendas através de vendedores diretos

– aumento de vendas para as classes C e D

– criação de novos produtos e serviços

– fusões e aquisições

– aumento de vendas de novos produtos para clientes atuais

– abertura de novos pontos de presença

– padronização de processos

– aumento de vendas através de marketing inteligente (baseado em dados)

Maiores ameaças

– redução de margens

– aumento de concorrência

– falta de agilidade para aproveitar oportunidades

– consolidação dos mercados (concorrentes ficando maiores e mais fortes)

– necessidade de capital

– aumento das exigências do consumidor

Dificuldades

– Recursos Humanos – falta de talentos

– falta de padronização para expansão

– acertar o modelo de negócios para atender o mercado com velocidade e competitividade

– O mercado vai crescer mais que o folego financeiro de alguns concorrentes.

O que fazer

– planejamento

– alternativas de modelos de operação e expansão

– padronizar processos

Onde Investir (Macro)

– aumentar pontos de presença

– marketing inteligente para apoio as vendas

– Tecnologia da Informação para padronizar processos

Onde Investir (micro)

– captação de novos clientes e fidelização de clientes atuais

Você tem alguma estratégia diferente para 2010? Compartilhe com a gente comentando este post no blog Marketing e Vendas.

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Dia desses, um telefonema de um executivo: “Marcos, meu diretor está querendo saber o que é Proposta de Valor. Tem como explicar por telefone?”

Boa pergunta, José, até tem. Quer ver? Então disse para o aflito executivo o seguinte:

1) Proposta de Valor é: RESPONDER À SEGUINTE QUESTÃO: POR QUE UM CLIENTE DEVE COMPRAR DA MINHA EMPRESA E NÃO DO MEU CONCORRENTE?

2) Dizendo de outra maneira: “Quais as razões pelas quais um cliente deve preferir a minha empresa e não a do meu  vizinho? Por que ele deve me escolher? O que ofereço que é fundamental para ele e se diferencia das demais empresas?”

3) Algumas empresas são as MAIS CONFIÁVEIS; outras oferecem O MELHOR PRODUTO; outras ainda: o melhor desempenho, o menor preço, a maior rapidez, a melhor distribuição, o mix mais completo, etc. Enumerei então para o executivo várias razões de compra, explicando porque cada uma delas pode ser o motivo que define a compra. E além disso, todos os outros benefícios secundários importantes que a empresa pode oferecer.

4) “José”, disse para o executivo, “Pense no Mc Donalds”. “Não se trata de oferecer o melhor lanche, mas o lanche mais confiável, num ambiente agradável, com um sentido de limpeza, organização, numa excelente relação entre sabor, preço e diversão”, expliquei, mostrando para o executivo que há um conjunto de fatores que AGREGAM VALOR NA EXPERIÊNCIA DE COMPRA E USO DO CLIENTE.

5) “O grande problema”, continuei, ” é que não se pode falar de VALOR sem se falar de PREÇO.” “Isto é, o cliente avalia se há valor em relação ao  preço que ele deve pagar. O seu produto VALE o preço cobrado?”.

Essa é uma boa pergunta e com ela terminei o rápido diálogo com o executivo, até porque ele estava sendo chamado para uma reunião com o diretor. Terminamos a ligação prometendo retomar esse assunto. Eu disse para José que em nosso próximo encontro eu ia explicar quais são as posições de valor/preço vencedoras de um produto.

“Mas pessoalmente”, disse; “e com tempo”, por que o assunto merece. E é isso que faremos em nossa próxima postagem: vamos entender melhor como se realiza uma proposta de valor – tema central de qualquer estratégia empresarial.

Leia mais e comente no blog Inovação e Estratégias Empresariais.

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Quantas vezes você já ouviu esta frase em alguma empresa ao ser atendido: “Desculpe o atraso, hoje foi o dia em que o dono apareceu na empresa e ele só faz atrapalhar…Ele não entende e fica dando pitaco no nosso trabalho…”

Trago esse fato com o objetivo de refletirmos sobre as competências que o gestor do seu próprio negócio deve ter. Se olharmos as competências em três dimensões, seria a seguinte: ter conhecimento, habilidades e atitudes.

O conhecimento quanto às informações que deverá dominar para saber o que fazer com elas. No mínimo, podemos considerar: conhecimento de gestão, do produto/serviço e do mercado em que está inserido. As habilidades vêm da técnica e da destreza de saber fazer uso do conhecimento em ação no seu dia a dia. As atitudes se inserem neste contexto, trazendo a vontade e a coerência do falar e agir do empresário na sua atuação diante dos clientes, funcionários, fornecedores e com a comunidade em que a empresa está inserida.

O problema é que muitos não utilizam essas competências citadas e começam a contratar funcionários para executar atividades que não gostam de fazer ou para atividades que não detém conhecimento. Dessa forma, deixam de ter o domínio do conhecimento das áreas chaves da empresa e confundem delegar com abdicar o seu papel como gestor. Leia mais e comente no blog Casos e Causos.


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De acordo com os pressupostos presentes na Teoria das Restrições, restrição é qualquer coisa que limita um sistema em conseguir maior desempenho em relação a sua meta.

Existem diversos tipos de restrições. Estas podem ser físicas, como uma máquina com baixa capacidade produtiva, despreparo ou baixo número de empregados, ou então restrições não físicas, como as restrições de política da empresa, comportamentais, culturais ou de mercado. Entretanto, as restrições físicas podem ser consideradas, na maioria das vezes, como reflexos das restrições comportamentais ou de procedimentos da organização.

Toda organização é formada ou constituída com um propósito principal e que este é, na verdade, determinado por seus proprietários ou por seus acionistas, que investem recursos com um determinado objetivo. Portanto, para as empresas privadas, certamente a meta é “ganhar mais dinheiro tanto agora como no futuro”.

A empresa deve encontrar as medidas necessárias para guiar e controlar seus esforços na direção de sua meta. Medidas financeiras são necessárias por dois motivos principais. A primeira é controle, ou seja, saber até que ponto a empresa está conseguindo alcançar o objetivo de gerar dinheiro.

Leia mais e comente no blog Gestão da Produção e Qualidade

restrições

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