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Posts Tagged ‘endossa loja colaborativa’

Mercado livre! Empresários lançam novo formato de negócio para a comercialização de produtos. Eles contratam um galpão, que é dividido em pequenos espaços e alugam para micro e pequenos empreendedores.

 Detalhe: na loja só ficam as mercadorias! Os funcionários do próprio espaço são responsáveis pelas vendas. Os negócios são variados: roupas, bijuterias, bolsas, cintos e bonecos de pano.

 “A loja foi desenhada para atender essas pessoas que fazem seus produtos, criam, têm idéias e estão começando agora, mas não têm espaço para expor sua marca. Então, aqui o custo é baixo, o risco é baixo, e a procura de fato é muito grande”, explica o empresário Gustavo Ferriolli.

 Primeiro, o empresário Gustavo Ferriolli escolheu um ponto comercial movimentado. Ele alugou e reformou um espaço. Depois dividiu e sublocou o lugar para dezenas de inquilinos com pequenos negócios.

 No espaço, com 120 metros quadrados, foram instaladas 130 minilojas.  Cada loja nada mais é do que uma “caixa”: em cima vai uma placazinha com o nome, e dentro os produtos.

 O negócio deu tão certo que em uma semana todas as minilojas foram alugadas. Já existem 80 interessados em fila de espera.

 O empresário aproveitou o quanto pôde as paredes e fixou as lojas caixa de um lado ao outro, de cima a baixo. Além do espaço, Gustavo disponibiliza nota fiscal de venda, divulgação na internet e vendedores treinados.

 Quem aluga as minilojas só precisa vir ao local para repor mercadorias e receber o valor das vendas. O expositor acompanha as vendas de casa, com uma senha pela internet.

 Para os inquilinos das pequenas caixas, é a oportunidade de montar um negócio com risco e investimento mínimos. O aluguel custa de R$ 80 a R$ 550, dependendo do tamanho da caixa. O contrato é por mês.

 Só fica mesmo quem tem lucro. A regra é a seguinte: o empresário que não estiver vendendo bem tem de sair e dar lugar para outro. O expositor tem meta: precisa faturar por mês pelo menos duas vezes o valor do aluguel.

 “Nesse modelo, quem decide pelos produtos da loja é quem está comprando. Isso dilui meu risco porque eu não preciso apostar num produto ou outro. Só ficam na loja mesmo os produtos que estão vendendo”, diz Gustavo Ferriolli.

 O espaço chega a receber 800 pessoas por dia. Os minilojistas comemoram. Tatiana Schmidt tem uma lojinha de objetos de decoração. Ela começou há três meses e sempre ultrapassou a meta de venda. Além disso, a pequena caixa de 25 centímetros virou referência para outros lojistas.

 Veja o vídeo do programa Pequenas Empresas Grandes Negócios aqui

 lojacolaborativa

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