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Posts Tagged ‘empresa familiar’

Quais as vantagens e as desvantagens de se começar um negócio em família?

Vantagens

  • Trabalhar diretamente com quem se conhece o caráter desde o inicio
  • O sistema de decisões tende a ser muito rápido
  • Comunicação mais facilitada e direta
  • Metas e objetivos mais facilmente compartilhados
  • Sobrevivência do negócio é responsabilidade de todos

Desvantagens

  • Conflitos de interesses entre família e empresa
  • Planejamento financeiro feito priorizando a família e depois a empresa
  • Objetivo de enriquecimento familiar é anterior ao plano de crescimento da empresa
  • Consangüinidade é fator impeditivo de profissionalização e melhoria de competências
  • Liderança não pode ser contestada em função de respeito familiar.

Quais os principais problemas / dificuldades que esses empresários enfrentarão no início da empresa (levando em consideração o fato de serem parentes)?

  • Falta de determinação clara de metas, responsabilidades e objetivos
  • Rivalidades pessoais podem virar conflitos de relacionamento pessoal entre departamentos
  • Falta de disciplina administrativa
  • Excesso de comunicações informais

Como superar essas dificuldades?

  • Ter ciência e consciência que família e empresa são entes com personalidades próprias;
  • Os sócios e familiares comprometidos com a continuidade da empresa;
  • Interesses pessoais ficam em segundo plano se comparados á empresa;
  • Diferenças pessoais devem ser respeitadas e até mesmo valorizadas
  • Zelar pela harmonia das relações interpessoais
  • Os sócios e seus familiares comprometidos com a excelência da empresa;
  • Descobrir e reforçar os valores da família em cada um dos seus futuros herdeiros;
  • Haver pleno comprometimento com a profissionalização;
  • Os sócios devem agir com evidenciação e transparência de seus atos

É possível dar algumas dicas sobre como separar o pessoal do profissional? Leia mais e comente no blog Bom de Negócio.

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No processo de sucessão, acontecem muitas situações, e uma delas é sequência ou a mudança dos valores e visão empresarial entre as gerações. Muitas vezes, o sucesso do fundador da empresa está na sua capacidade visionaria e princípios empresariais. Essas duas variáveis vão influenciando toda a tomada de decisão que o leva para o sucesso e/ou o fracasso empresarial.

O detalhe ou o engraçado é quando a empresa é bem sucedida e consegue superar os desafios no decorrer do tampo. Enquanto a próxima geração que vem suceder, não dá continuidade a visão de futuro traçada pelo fundador e principalmente aos seus princípios. A visão de futuro pode até ter necessidade de ser renovada, mas na sociedade os princípios e valores não mudam, mas cultivam a credibilidade e o relacionamento com os clientes e com todos os funcionários que contribuem para história daquela empresa.

Diante disso, os novos sucessores, quando não seguem entender os princípios e valores empresariais instalados, plantam a semente do fracasso da empresa e mancham a imagem corporativa. O que se deve refletir que o processo de sucessão, não é o processo de transição da juventude que nega e se rebela com os referenciais paternos. E sim, a empresa é um ser vivo que tem o espírito e  o pensar do fundador instalado, além de se fazer necessário compreender que para se realizar qualquer intervenção e assumir o comando deve-se compreender primeiro a realidade da empresa.

Saiba mais e comente no blog Casos & Causos.

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A renda: como entender o “dinheiro da família” de forma diferente do “dinheiro da empresa”.

As micro e pequenas empresas geralmente são empresas familiares, isto é, são administradas e operadas pelos membros de uma mesma família. Sua operação costuma ocupar todo o tempo das pessoas, exigindo delas dedicação exclusiva.

Também é normal que a renda dessas pessoas venha exclusivamente dessa empresa familiar. E aí é “que mora o perigo”. É muito comum as pessoas confundirem necessidade familiar de renda com possibilidade de remuneração da empresa para as pessoas que nela trabalham. São duas coisas completamente diferentes.

Então, cuidado! O fato de a família se dedicar à operação da empresa não significa que a empresa conseguirá sustentar a família. A empresa poderá apenas gerar recursos compatíveis com a natureza do negócio, compatíveis com o investimento realizado.

Uma empresa gera dois tipos de recurso para os proprietários:

Salários para os membros da família que forem empregados da empresa e prólabore para os sócios que nela trabalharem.

Lucro distribuído aos sócios, após apuração do resultado.

Pois bem, os salários necessariamente nunca devem ser superiores ao que se pagaria para empregados não familiares na mesma função. Além disso, a empresa não deve ser utilizada para empregar familiares cujo trabalho prestado seja desnecessário.

Da mesma forma o pró-labore é o pagamento que o dono ou sócio recebe por trabalhar na empresa. Se o sócio não trabalhar, não deve receber pró-labore. O 24  valor do pró-labore não deve ser superior ao salário pago a um funcionário que desempenhe a mesma função. Leia mais e comente no blog Beco com Saída.


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Novas gerações estão espremidas pela falta de emprego e de perspectivas. Nascem pessoas, nascem máquinas, que vão tirar espaços das pessoas. Esse quadro é irreversível. Esqueça discursos de políticos sobre “queda do desemprego” e de tecnólogos sobre “milhares de oportunidades do mundo digital”. Pare, olhe em torno e faça fria reflexão, concluirá que quase não há mais espaço para todas as empresas nem para todas as pessoas.

 Esse ambiente gera efervescente competição, atinge em cheio a empresa familiar. Pesquisas indicam elevada mortalidade na passagem da 1ª para a 2ª geração e só 5% chegam à 3ª. Mas é viável a guinada nestes índices com superação dos problemas e futuro feliz! A empresa familiar pode ser administrada com união e eficiência a partir do orgulho de se ter negócio próprio, do espírito vencedor e comprometimento pelo sangue.

 Imprescindível é a convicção sobre as obrigações empresariais exatamente como elas transcorrem no mundo dos negócios e não na vida doméstica. Pensar na empresa da família como empresa do mercado para que possa dar retorno em realização profissional e remuneração para todos. Se for colocada a empresa para trabalhar para a família, e não, a família para a empresa, ocorre o inverso: frustração profissional e dívidas para todos.

 Três ações essenciais para a demolição das dificuldades e a construção sólida….Leia mais e comente no blog Visão do Empreendedor.

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