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Posts Tagged ‘custos fixos’

Você sabe quanto representa o seu custo fixo na avaliação dos resultados de vendas?

Sabia que numa grande maioria das vezes, os custos fixos é que inviabilizam o seu negócio?

Você sabe dimensionar o montante dos custos fixos a real capacidade financeira da sua empresa?

Os custos fixos, quando não dimensionados adequadamente à real capacidade financeira da empresa, inviabilizam o seu negócio e frustram os seus sonhos!

Porque, estes valores são remunerados com as vendas e seus respectivos recebimentos realizados, então, quanto MAIOR for o montante do custo fixo em sua empresa, MENORES serão as margens sobre vendas e MENOR será o seu lucro, e também, MAIOR será a sua necessidade de venda!

Entendendo e aplicando toda esta lógica:

Entendendo melhor, custos fixos representam o somatório dos valores monetários utilizados para a manutenção e existência da empresa. Como sua própria nomenclatura diz, tratam-se daqueles custos dos quais são sempre fixos num período, ou seja, periodicamente (geralmente ocorre todos os meses) estes custos existem e são independentes de ocorrerem vendas.  Cito alguns exemplos:  Aluguel, condomínio, energia elétrica, salários, despesas com manutenções: imóvel, veículos, máquinas, …

Você deve estabelecer estes valores pela sua média mensal, pois, a exemplo da conta de telefone, seus valores mensais raramente são iguais, pois, dependem do grau de utilização, porém, deve ser estabelecido uma média de consumo entre os últimos meses de referência.  Para todas as contas desta classificação, devem ser atribuídos os mesmos critérios.

Liste todas estas contas com seus respectivos valores médios e totalize-os para saber quanto representa o montante destes custos fixos.

Totalize suas vendas mensais e estabeleça uma média mensal com base nos últimos meses de vendas. Melhor será se você tiver um histórico dos últimos 12 meses, do contrário, obtenha o maior o número de meses possível.

Divida o montante médio mensal dos custos fixos pelo montante médio mensal das vendas.

Do valor encontrado multiplique-o por 100 e encontrará o índice percentual do custo fixo, ou seja, quanto percentualmente representam os seus custos fixos em relação a suas vendas.

O valor percentual encontrado significa o quanto representa de suas vendas, o custeio dos custos fixos.  Se o montante do custo fixo médio mensal for de R$ 4.000,00 e suas vendas forem de R$ 20 mil, significa que os custos fixos representam 20% do total de suas vendas.

À partir daí, aplicaremos este índice percentual sobre TODAS as vendas, onde, cada unidade vendida deverá contribuir com 20% de seu valor de venda, para a cobertura dos custos fixos ao longo do mês em questão.

Exemplificando:

A venda de um sapato de R$ 100,00, deve contribuir com R$ 20,00 para cobrir os custos fixos do período.

Caso o custo fixo percentual representasse 30%, esta mesma venda deveria contribuir com R$ 30,00.

Perceba com isso que, quanto maior ou menor for o índice, maior ou menor deverá ser a contribuição desta venda para a cobertura do custo fixo.

No exemplo acima:

com a venda deste sapato será possível destinar R$ 30,00 para a cobertura do custo fixo?

com os restantes R$ 70,00 será possível cobrir os custos de aquisição desta mercadoria e ainda cobrir demais custos com: impostos + comissões + embalagens e ainda GERAR LUCRO?

Qual é então a lógica natural? Saiba a resposta e comente no blog Finanças.

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Como é bom saber que dia a dia os empreendedores brasileiros vão percebendo a importância de bem cuidar dos custos de sua empresa.

 

Dia desses, ouvi uma sábia frase de um empreendedor que me marcou profundamente. Durante uma conversa onde discutíamos assuntos relacionados à gestão da empresa, ouvi deste empresário, a seguinte frase relacionada à gestão de custos:

 

“Sabe, Reinaldo, lá na empresa eu cuido de custos como cuido das minhas unhas. Aparo pelo menos uma vez por semana!”

 

Partindo de um jovem empreendedor, dono de um modesto negócio de prestação de serviço, isto é brilhante!

 

Esta frase denota não apenas o cuidado dispensado com “aparar”, retirar o excesso, mas também sua sistematização: “pelo menos uma vez por semana”. Quer dizer, um empresário não pode nunca ser omisso com os custos da empresa.

 

Continuei a conversa, perguntando como ele agia e pude perceber algumas regras práticas que orientavam sua atuação:

 

1) A todo o momento analiso os gastos e comparo com as previsões.

2) Corrijo as falhas pensando nas causas e na solução definitiva.

3) Prevenir e planejar custa menos que corrigir ou remediar.

4) Busco sempre maneiras de executar o trabalho com mais economia.

5) Procuro entender as necessidades dos clientes antes de atende-los.

6) Funcionários melhor treinados trabalham gastando menos.

7) Combater desperdício de tempo e dinheiro é função de todos na empresa.

 

Leia o artigo completo no Beco com Saída.

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