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Posts Tagged ‘compra e venda’

Quando a empresa se utiliza diariamente da facilidade de crédito nas instituições financeiras para recompor o fluxo de caixa, as pessoas diriam que alguma coisa não vai bem com o negócio, existe a necessidade de recompor o capital de giro, valor para a empresa atender a oscilação do caixa da empresa.

Já quando o empresário faz da sua empresa um sucesso, as pessoas diriam que o empreendedor é um sucesso, e o modelo de gestão implantado é o máximo, pois o capital de giro atende totalmente o caixa da empresa.

Nos dois casos, empresa e empresário são cúmplices em todas as ações praticadas, porém como a organização não consegue realizar nada sem o seu proprietário, este, principalmente, e seus colaboradores, se tornam os responsáveis pela condução do negócio.

Atualmente, com as facilidades disponibilizadas pelos bancos para a captação de dinheiro, como o adiantamento de recebíveis, cheques e cartões de crédito, o descontrole sobre as operações financeiras, deixa para o fluxo de caixa a insegurança de poder cumprir suas obrigações.

Quando para não perder mercado, os preços de venda são reduzidos a patamares desconhecidos, ou mesmo, conhecidos mais muito próximos da tênue linha que divide o lucro do prejuízo, os estoques, descontrolados, tentam atender todos os gostos do mercado, os prazos de pagamentos dos clientes são estendidos desmedidamente, neste instante a estrutura do barco não agüenta, começa a ter infiltrações, a navegação torna-se difícil e a possibilidade de sucumbir aumenta.

É bom lembrar que a redução dos preços deve ser seguida do aumento, em quantidade das vendas, pois o valor econômico por produto precisa ser mantido.

Exemplo:

Venda anterior: preço de venda R$ 12,00 vezes 100 produtos vendidos = R$ 1.200,00 (este é o valor econômico do produto no passado).

Venda atual: preço de venda R$ 10,50 vezes 100 produtos vendidos = 1.050,00 (este é o valor econômico do produto no presente).

Queda de faturamento de R$ 150,00, ou seja, para voltar ao valor econômico anterior de R$ 1.200,00, a empresa precisa vender mais 15 produtos (R$150,00 / R$ 10,50 preço atual= 14,3).

Aumentar as vendas em 15%, tarefa nada fácil, não é mesmo?

Assim, reduzir preços, sem analisar o potencial de mercado e os limites da empresa, pode se transformar em mais um problema para o capital de giro.

E se, além disto, haver um aumento no prazo de pagamento para o cliente, fato que exigirá mais dinheiro para o giro de caixa, a situação pode ficar mais grave.

Como evitar este caminho penoso na gestão financeira da sua empresa? Leia mais e comente no blog Gestão de Negócios.

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O que é preciso para ter sucesso no comércio? Um bom ponto de venda, um ótimo atendimento, produtos variados e de qualidade! Se você tem tudo isso, mas quando chega ao final do mês, nem sempre conta com resultados financeiros satisfatórios, pode ter certeza que uma das causas mais prováveis é que boa parte de seu rico dinheirinho está repousando no estoque. Nesse ponto talvez resida a questão que mais atormenta os empresários do comércio. Afinal, o que se deve fazer para administrar os estoques?

O que é mais custoso, deixar de atender um cliente pela falta de produtos, ou arriscar fazer um estoque maior e acabar gerando o temido encalhe? Para enfrentar este problema, existem diversos sistemas informatizados, acessíveis aos donos de pequenos negócios, que podem ser utilizados como ferramentas para a realização de uma boa administração e manutenção de estoques. Estes sistemas aplicam técnicas e conceitos de gestão de estoques, possibilitando o planejamento dos recursos financeiros investidos no mesmo de forma metódica e analítica, levando-se em conta o volume de vendas passadas, o volume disponível na loja para venda imediata, e o que se espera vender no período futuro.

Estas técnicas de gestão buscam reduzir, ou eliminar as faltas e excessos de produtos. As faltas geram perdas nas vendas, descontentamento nos clientes, e enfraquecimento do negócio. Já os excessos trazem transtornos, e perdas, por vencimento do prazo de validade, além de complicar o fluxo de caixa do negócio. Leia mais e comente no Beco com Saída.

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