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Posts Tagged ‘competitividade’

O blog Conselheiro Criativo propõe uma discussão interessante para fecharmos a semana. Segundo o experiente consultor Péricles, “certamente processos não repetitivos e de criação, desenvolvimento, produção e consumo com ciclo de vida muito rápidos, não se prestam a padronização como discutimos, mas este não é o caso de nenhuma de nossas empresas. Por outro lado a padronização não embute a criatividade, pelo contrário, a arte do kaizen exige criatividade o tempo todo, pois se ela é incremental e a sua curva de agregação de valor é logaritmica, para obter-se resultados continuamente temos que ser criativos o tempo todo“.

Como é o processo de gestão na sua empresa?

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Observa-se no mundo das grandes empresas, várias manobras para se manter no mercado de forma mais competitiva e uma das manobras utilizadas são ações conjuntas com outras empresas que podemos denominar de fusões, alianças estratégicas, join venture, formação de redes, parcerias e outras abordagens que favorecem uma união de duas ou mais empresas com objetivos comuns para uma vantagem competitiva.

 

 E aí vem o questionamento…porque as pequenas empresas não utilizam estes recursos com mais intensidade? Leia o artigo completo no Casos & Causos.

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A preocupação constante, do empresário moderno, é de oferecer sempre produtos e serviços com altos índices de qualidade. Ser competitivo é ter qualidade nos produtos e/ou serviços, e bons preços. O parâmetro para saber se uma empresa tem competitividade, instaura-se no confronto com outras empresas similares existentes em diferentes regiões.

 

Com o mercado cada vez mais aberto, outras empresas com produtos iguais, mas com melhores condições de preço e qualidade podem, a qualquer momento, vir a competir numa determinada região. Não basta pensar, somente, no mercado regional. É importante a empresa ter qualidade no âmbito nacional. Portanto, é preciso cada vez mais ter “qualidade total” e estar preparado para a competição global.

 

A tendência das empresas é de personalizar cada vez mais os seus produtos, dirigindo-os para segmentos específicos do mercado – os “nichos” – e isto requer uma comunicação mais aberta com o cliente, utilizando conceitos e linguagem que o cliente conhece. Ou seja, ela tem que ser direta e ajustada ao seu público-alvo. A responsabilidade social na preservação do meio ambiente, e os próprios efeitos do consumo de seus produtos na saúde de seus clientes, também são fatores que revelam a competitividade e sem dúvida, terão peso nas decisões do empresário.

 

Pensar nas parcerias, franquias e terceirizações são algumas das formas mais freqüentes de manter a competitividade. Aliado a tudo isso, praticar permanentemente os “padrões de qualidade e conformidade”. É primar pela retidão de princípios em suas relações com os seus públicos interno e externo. É a prática da ÉTICA acima de tudo. Leia mais no Beco com Saída.

competitividade

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Não tem como discordar de que uma das facilidades que a internet trouxe a todos os seus usuários ao redor do mundo foi a possibilidade de intercambiar, em tempo real, uma profusão de dados até então impensada.

 

Mas o desafio que se impõe aos empresários de hoje não consiste na acumulação de dados, simplesmente. A dificuldade está na capacidade de convergí-los para informações úteis que servirão de base para a formulação de uma estratégia empresarial à altura do mercado competitivo. Afinal, de que adianta reter quilômetros de dados se não puderem ser utilizados a favor da empresa? Se bem administrados, tais dados podem ser içados à categoria de conhecimento, o que representa uma vantagem competitiva diante da concorrência. Quer saber mais? Leia aqui.

 

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