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Posts Tagged ‘amor’

Tem coisas que não dá pra disfarçar. Uma delas é demonstrar felicidade quanto de fato não se tem. Nesse universo complexo que é o sentimento humano, a construção da felicidade ou a sua busca se encena em vários campos do relacionamento social.

Quero deter-me, contudo, no ambiente empresarial. E aí, lhe pergunto: você é feliz no trabalho? Calma, não responda agora. Continue lendo este artigo, pense um pouco depois e responda com tranqüilidade.

Se você é um daqueles que vai para o trabalho satisfeito e motivado, cheios de planos, com uma agenda possível de ser realizada e com um coração repleto de humor para lidar com os conflitos, parece-me que você é uma pessoa que se sente feliz no que trabalha. Será? Há dias, porém, que mesmo depois de uma semana super legal na empresa, um acontecimento qualquer acaba lhe abalando e você se questiona: será que esta organização me merece?

Mas afinal, o que ser feliz no emprego? Entrevistei 40 profissionais de diversos níveis hierárquicos e cheguei a seguinte conclusão: felicidade não se compra e nem se oferece como benefício em seu salário. Dos entrevistados, 80% disseram que são infelizes, contra 20% que se sentem felizes. Mas vem algo mais interessante ainda: dos que 32 profissionais que estão mergulhados na infelicidade, 62,5% apontaram como as principais causas de sua desdita: ambiente hostil, muito competitivo, onde as pessoas querem crescer no custe o que custar; excessiva carga de trabalho, provocando uma sensação de que por mais que trabalhe, não consegue dar contar de tanto serviço; e foco exclusivo nos lucros e não nas pessoas.

Dos que se sentem felizes, todos afirmaram que no ambiente onde trabalham as pessoas são humoradas, os superiores se relacionam humanamente com os subordinados, os níveis de cobrança são compatíveis com a função e de sempre têm tempo para colocar a conversa em dia, mesmo em horário de trabalho.

E o salário? Muitos poderiam ter tido que são infelizes porque ganham pouco ou são felizes porque ganham muito. Porém, o salário não apareceu como indicador de felicidade ou infelicidade dentro das empresas. Isso demonstra que as pessoas se sentem bem e produzem mais em ambientes onde o ser humano é valorizado, quando são respeitadas em seus desejos, sonhos, frustrações, sentimentos, quando são aceitas sem exigências descabidas, sem preconceitos.

Especialistas afirmam que estar infeliz no trabalho pode gerar graves problemas, interferindo desde o desempenho até à saúde física, emocional e espiritual do indivíduo. Traz, ainda,  outro complicador: a desilusão com a profissão. Muita gente está trabalhando em áreas que não se sentem bem. Um dos entrevistados disse que o sonho dele era ser advogado, mas acabou se tornando executivo de um banco oficial. Outro disse que queria ser ator, mas precisou trabalhar e há 10 anos está na mesma função de gerente de atendimento de uma empresa imobiliária. Vende muito bem, mas é infeliz. E pior: morre de inveja dos amigos que se tornaram atores.

O que fazer? Leia mais e comente no blog Comunicação Empreendedora.

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Para o consultor Marcílio Moreira, gostar da atividade em que trabalha é importante e contribui, principalmente, para que se tenha qualidade de vida, na fase inicial em que é exigida uma dedicação integral e total à empresa, porém apaixonar-se cegamente pelo que faz pode levar ao fracasso.

Todos nós conhecemos casos de pessoas que abrem suas empresas e em pouco tempo começam a enfrentar dificuldades, problemas com capital de giro e, de repente, a empresa fecha. Imediatamente nos vem o questionamento: Por quê?

Os motivos pelos quais escolhemos qual ramo de atividade que abrimos nosso negócios podem estar ligados à nossa própria história de vida, por exemplo:  o meu pai tinha sonho de ter uma loja para vender tinta, por isso abri uma lanchonete – a minha mãe vendia marmitas e seu sonho era um restaurante, por isso abri um.

A paixão é potencializada pelo sonho, isso é bom, mas o ruim é que muitas vezes temos apenas a visão romântica da atividade que pretendemos trabalhar, é como se você sonhasse com um restaurante, imaginando como seria receber seus clientes, dentre eles alguns amigos, você bem vestido à porta, conversando com os clientes, da maneira como sempre sonhou. Poucos são os que olham a atividade da maneira nua e crua. E você, como tem olhado para o seu futuro negócio? E se já tem o seu próprio negócio, como ele tem sido visto e analisado por você? Leia mais aqui e deixe o seu comentário.

coracaopartido

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Os clientes sempre nos perguntam como é que a gente faz para tornar “real” a presença do Sebrae em alguma região. Isso acontece depois de várias negociações para identificar parcerias, potencial sócio-econômico-cultural da região entre a comunidade e a unidade do Sebrae mais próxima. Depois começa o trabalho de campo, junto ao grupo de empresários/setor identificado na região.

A rotina do técnico envolvido neste projeto envolve algumas “emoções ímpares” no mundo empreendedor do SEBRAE. Veja o que pode acontecer num dia de trabalho do técnico Kleber Eduardo Broseghini, gestor dos projetos: Cacau Orgânico e Cacau Tradicional na Região da Trasamazônica e Xingu.

 

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