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Archive for the ‘inovação’ Category

Qual a diferença entre comprar um refrigerante e uma Coca-Cola? Um refrigerante não possui identidade, marca. Ele é apenas reconhecido pelas características do produto: gasoso e de sabor genérico. A Coca-Cola, por sua vez, vende uma marca, vermelha e escrita com aquelas letras reconhecidas de longe. Perfeito, mas e aí? Todo mundo já sabe disso!

Acontece que as mídias sociais permitem a qualquer produto atingir este grau de valor: serem vinculados mais como uma marca do que como um produto genérico. Vamos a outro exemplo: churrasco do Porcão ou de outra marca?

A imagem construída em torno de determinado produto permite que este seja veiculado de forma distinta, como uma imagem a ser lembrada pelos consumidores e os faça dar preferência pelo seu consumo. As mídias sociais colocam diariamente milhões de pessoas em contato umas com as outras. Por que não utilizar este meio para desenvolver a marca de um produto? Veículos como o twitter não fazem todo o trabalho, mas certamente servem de apoio a campanhas e movimentos maiores que cheguem ao público de diversas formas e satisfaçam os diferentes tipos de pessoas: as auditivas, as visuais e as sinestésicas.

Viva a democracia! O twitter é gratuito, qualquer um pode ter acesso para promover seja lá o que tiver vontade. Apenas os melhores irão sobreviver, e isto também faz parte do jogo. Não basta chamar a atenção e fazer barulho, é preciso ser bom naquilo que faz para sobreviver neste meio.

Agora surge uma nova questão: o quanto de fato é possível ganhar com a promoção de uma marca? Certamente não muito, pois comentário do tipo “Você está pagando pela marca, não pela qualidade” aparece rápido. Ao promover uma marca com identidade o maior ganho é na hora do empate: “Leva este ou aquele produto?” O pêndulo sempre irá pender para aquele que é mais do que apenas um produto, sem contar ainda a inserção em novos mercados/nichos e lojas de conveniência.

Leia mais e comente no blog Mercado ao Seu Alcance.

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Horário: 14 setembro 2010 às 9:00 a 16 setembro 2010 às 18:00
Local: Teatro Vivo
Rua: Av. Dr. Chucri Zaidan, 860 – Morumbi
Cidade: São Paulo
Site ou Mapa: http://vivoeduca.ning.com

O 2º Seminário será uma nova e mais intensa oportunidade de conversar sobre as exigências de uma nova educação para uma nova sociedade (a sociedade em rede).

Terá um formato inovador, ouvindo especialistas-chave, promovendo um inédito festival de educação inovadora, abrindo espaço para as pessoas poderem conversar sobre os temas de sua escolha, estimulando a elaboração coletiva de projetos de educação inovadora (aprendizagem em rede).

Objetivos do Seminário

– Difundir o conectivismo como nova teoria da aprendizagem compatível com a sociedade em rede.

– Continuar investindo na formação de sistemas sócio-educativos – comunidades de aprendizagem em rede.

– Construir um caminho próprio de abordagem do tema e de investimento socialmente responsável, alçando vôo (sem se contrapor diretamente) sobre o terreno já muito pisado pelas instituições e programas que ainda entendem a educação a partir do tripé escola-ensino-professor.

– Criar pontes com os inovadores em educação e incentivar os seus esforços.

Formato

Será realizado simultânea e integradamente em diversas cidades brasileiras, sob o formato de interação distribuída compondo um Hub em São Paulo e Arenas as demais cidades.

Os escritórios da Vivo em todo o Brasil abrirão suas portas para receber os grupos locais, e você também poderá abrir as portas de sua casa, da escola, de empresas, de ONGs para serem Arenas, basta criar um tópico aqui abaixo no Fórum de Discussão sob Título ARENA (CIDADE/ESTADO), e articular para que as pessoas de sua cidade/estado se conectem.

As pessoas interessadas em articular/organizar as Arenas elaborarão a sua própria programação respeitando a grande geral de programação do Seminário, bem como seus objetivos. Para tanto, a proposta central será a de ao final dos dias de Seminário as Arenas apresentarem projetos elaborados coletivamente pelos conectados de uma nova forma de aprendizagem em Rede e que possa ser implementado em conjunto por todos.

O evento será transmitido e contará com mecanismos de interação via web.

Mais informações AQUI.

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O livro “O monge e o executivo” de James C Hunter cita uma frase interessante falando sobre a “hora de crescer”:
“Chegou a hora de crescer. Crescer não consiste em ser melhor que os semelhantes e superá-los e sim superar a si mesmo”.
Mas para empresas e seus negócios como tratar tal hora de crescer?
Não se trata de plágio, mas aproveitar a base de conhecimento e expandir. Então,que tal?
“Chegou a hora de crescer. Crescer não consiste somente em ser melhor que a concorrência e superá-la, mas sim, através da boa gestão de negócios, fazer sempre o melhor a cada operação!”
Por que abordar isso?
Falar é fácil, mas como descobrir a hora de crescer no ambiente de negócios?
Quando a economia está forte assim como em 2010, nota-se que muitas empresas apostam em ganhos recompensadores e partem para investimentos em novos mercados, operações ou instalações.
Enxergam que suas receitas serão aumentadas por essa aceleração econômica.
Seu credo diz: “Mais receita, mais lucro”!
Acreditam que apenas o “feeling” empreendedor basta para tomar decisão.
Planejar? Para quê? Além do mais acreditam que“Quando tudo vai bem, qualquer coisa dá certo”!
Planejamento? Como, se nem é suficiente o tempo para “fazejamento”!
Além do mais é voz corrente: ”tenho que crescer”!
Quanta angústia. Sabe por quê?

Leia o artigo completo no blog Bom de Negócio!

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Considerada um ponto de encontro para troca de conhecimento e interação entre empresários de diversas áreas e setores, a rede permite ao empresário que se tornar membro acompanhar notícias e dicas de negócios no Blog, tirar dúvidas e interagir com outros empresários no Fórum, ficar por dentro dos Eventos para empresários de todo o Brasil e colaborar com a agenda da rede. Além disso, há diversos vídeos e fotos com dicas, notícias e cobertura de eventos, com espaço para o próprio membro contribuir e postar.

Sou empresário é um lugar para os empresários falarem com outros empresários, compartilharem experiências corporativas, debaterem sobre o setor em que atuam, tirar dúvidas sobre negócios e contar sobre a empresa que possuem. Uma iniciativa que visa fomentar a necessidade de encontro, a troca de experiência e o aprendizado que possuem os empresários de todo o Brasil, de todos os setores.

Sou Empresário também está em outras redes, levando notícias, cases, dicas de negócios e empreendedorismo a todos, abrindo espaço para participação. Acompanhem!

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Você já ficou sem inspiração? Pois é, hoje estou assim. Não é que não tenha nada de novo para escrever, aliás, novidades nunca faltam no meio corporativo. Mas meu dilema é o que escrever para não cair na vala dos textos comuns.

No mundo corporativo, tão cheio de rotinas, normas e padrões, com análises focadas em resultados, a criatividade, de certa forma, acaba ficando um pouco de lado, contribuindo para um baixo índice de inspiração.

Mas o que fazer quando falta inspiração para falar, escrever, fazer diferente o que vem dando certo ou o que precisa ser modificado pela imposição da realidade? Para atualizar este blog, por exemplo, fiquei pensando horas em que temas poderia abordar para atrair a sua atenção. Foi quando percebi que estava faltando em mim a bendita “inspiração”. Comi frutas, dei uma caminhada e fui ler gibi. Não vá pensando que isso é uma receita para se inspirar, mas, no meu caso, me ajudou a tirar o foco do problema. Isso mesmo! Para que as idéias e soluções surjam é preciso esvaziar o nosso “copo” mental, tão cheio de conceitos, preconceitos, dogmas e verdades, para dar lugar a um novo conteúdo.

Se for verdade que os grandes editores, jornalistas, escritores, blogueiros e muitos outros profissionais passam pelo “apagão” da inspiração, por que eu, um reles mortal, não poderia também passar? Leia o texto completo no blog Comunicação Empreendedora.

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Com os consumidores cada vez mais conscientes sobre as questões ecológicas, os atributos ambientais tornaram-se um dos diferenciadores na escolha de produtos. Para atender esta necessidade, proliferam, cada vez mais, os rótulos ambientais (selos verdes), pois estes são o elo de comunicação entre o fabricante e o consumidor.

Os rótulos ambientais são selos que visam dar informações ao consumidor a respeito do produto. A rotulagem ambiental caracteriza-se por um processo de seleção de matérias-primas produzidas de acordo com especificações ambientais. O selo verde identifica os produtos que causam menos impacto ao meio ambiente em relação aos seus similares.

Alguns selos verdes partem do próprio fabricante que procura demonstrar os aspectos ambientais positivos do produto, visando a conquista dos consumidores. Estas informações nem sempre são verdadeiras.

Outros selos são concedidos por organismos certificadores que fiscalizam e comprovam as informações.É a denominação mais comum para a marca do Forset Stewardship Council, o FSC. Esse selo pode ser reconhecido internacionalmente pelos consumidores de madeira e produtores derivados, como móveis e estruturas para a construção civil. Desta forma o comprador pode ter certeza que adquiriu um produto que não agride as florestas tropicais.

O Selo Verde surgiu a partir da crescente preocupação ambiental dos consumidores, principalmente do mercado europeu. Foi quando governos e organizações não governamentais (ONGs) de vários países formularam um conjunto de normas para regular o comércio de produtos provenientes das florestas tropicais através de acordos internacionais. Ficou definido que as madeireiras que possuem o selo verde deveriam comercializar apenas produtos retirados das florestas de forma ambientalmente correta e enquadrados em um plano de manejo certificado por organismos internacionalmente reconhecidos, como o FSC.

Como colocar o Selo Verde nos seus produtos? Leia e comente no blog Gestão da Produção e da Qualidade.

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O que o empreendedor precisa é aprender a garimpar a inovação, que está escondida por detrás da timidez de seus colaboradores e dele mesmo.

Para inovar é preciso ter amplo conhecimento da atividade empresarial, sem ele, o risco de não atender as necessidades dos clientes e da própria empresa é muito grande.

Segundo o Manual de Oslo, documento de referência à inovação no mundo, existem 4 tipos de inovação:

  • Inovação de Produtos e Serviços – criação ou adequação de novos produtos ou serviços.
  • Inovação de Processo – um novo método de produção ou distribuição, por exemplo, para a introdução de produtos e serviços no mercado.
  • Inovação de Marketing – um novo conceito de marketing para atender as necessidades de consumo do mercado.
  • Inovação Organizacional – alteração ou adequação das rotinas operacionais e funcionais da empresa.

Inicialmente para que a empresa conquiste o mercado, deve aprender a incentivar a cultura à competitividade empresarial, entre todos os colaboradores, pois para que um garimpeiro encontre as pepitas de ouro, precisa diferenciar o minério precioso de uma rocha qualquer.

Quando a empresa aplica alguma técnica de incentivo à inovação, isto por si só, resulta em melhores resultados produtivos e financeiros para o negócio, pois todos os empregados se sentem como partes integrantes e fundamentais para as implantações das mudanças na organização.

Após a empresa reconhecer e estabelecer seus limites e potenciais terá condições de entender as necessidades dos seus clientes e fazer desta informação um trampolim para desenvolver ou procurar no mercado produtos e serviços que atendam aos desejos do seu mercado consumidor.

Por força desta obrigação, os espaços para os processos de inovação vão gradativamente ganhando terreno e principalmente sendo aceitos e respeitados pela empresa, inclusive pelo gestor do negócio.

É bom lembrar que todos os dias são favoráveis para a busca de inovações, não importa qual delas, o fundamental é permanecer na memória dos clientes, como uma empresa que se importa em atender as necessidades atuais e futuras dos consumidores, através de produtos e serviços inovadores, e formas de relacionamento condizentes com os desejos do mercado.

Leia o artigo completo no blog Gestão de Negócios.

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