Em todas as empresas, a geração de lucro deve ser encarada como questão de vida ou de morte. O lucro precisa ser entendido como “oxigênio”, como condição para atingir os objetivos de viabilização, crescimento e perpetuação da empresa. É inadmissível para uma empresa não se manter lucrativa.
A avaliação da capacidade de geração de lucro da empresa deve ser uma ação permanente do empresário, mas quantos empresários estão atentos ao comportamento da empresa em gerar lucros? É possível se dedicar a esta questão o suficiente? É claro que muitos não conseguem. E porque não?
Primeiro porque o dia a dia da empresa leva a gente para um sem número de pequenas e grandes decisões, de angustiantes negociações, de envolvimento com fornecedores, com clientes, com bancos, com funcionários, com a qualidade dos produtos e serviços, e principalmente com as contas, cada dia é um novo dia cheio de atribulações e, quando menos percebemos, foi-se a semana e chega o final do mês trazendo mais preocupações e mais contas.
Segundo porque a geração de lucro é fruto de uma boa estratégia empresarial, ou seja, decisão de como são escolhidos, como são alocados e com utilizados os recursos da empresa., sejam tecnológicos, financeiros, humanos e até mesmo o modelo de trabalho e o tempo. Sim, o recurso tempo deve ser sempre considerado.
A equação simplificada é: Receita – custos = lucro. Simples, mas cheia de desafios estratégicos. Observe que quanto maior for a receita e quanto menor for o custo maior poderá ser o lucro, que é o que interessa. Devemos buscar aumentos de receita, por um lado, por outro devemos reduzir custos.
Mas isto não acontece por acaso. Quer saber como fazer isso? Leia mais e comente no blog Ágil + Frágil.











