Parceria tem sido um termo bastante utilizado para caracterizar um novo modelo de relação entre as várias organizações da sociedade: ong’s, governos, empresas e pessoas.
Tal modelo é altamente benéfico frente ao ambiente empresarial competitivo dos dias atuais, onde as empresas têm de ser flexíveis, inovadoras, responsáveis socialmente e eficientes em termos de custo. Uma vez que poucas empresas dispõem sozinhas das capacitações e dos recursos para demonstrar esse comportamento o tempo todo, cresce cada vez mais o número daquelas que buscam parcerias e alianças, a fim de adquirir vantagem competitiva. Bons parceiros suprem habilidades complementares, conhecimento técnico, bem como outras competências que, de diversos modos, podem auxiliar as empresas a melhorar o seu resultado final.
A atuação conjunta é motivada por interesses comuns não suprindo apenas as necessidades imediatas dos envolvidos, mas constituindo-se como uma forma de ampliar e irradiar os efeitos de um trabalho sensibilizando, mobilizando e co-responsabilizando outros sujeitos em torno de ações em prol do desenvolvimento de projetos.
Mas nem tudo são flores… Muitas vezes, antes que a sinergia aconteça, os envolvidos enfrentam dificuldades de diálogo. Se antes os problemas eram resolvidos isoladamente, neste novo modelo é preciso consenso e análise das particularidades, características e desejos de todos. Mas vale à pena!
Quer saber mais sobre como formar boas parcerias? Leia mais e comente no blog Lounge Empreendedor.












Rafael,
Certamente o caminho da competitividade da micro e pequena empresa passa por novos tipos de interação e de relacionamento.
Arranjos Produtivos e Centrais de Negócios mostram boas perspectivas.
Obrigada pelo comentário e visite o Lounge quando puder: Lounge Empreendedor
(www.anamariamagni.blogspot.com)
Um abraço,
Ana
Realmente a interação e flexibilização dos negócios é uma arma muito importante, ainda mais com o foco no corte de gastos e conquista de novos mercados. Parabéns pelo blog e post.
Abraços