Novas gerações estão espremidas pela falta de emprego e de perspectivas. Nascem pessoas, nascem máquinas, que vão tirar espaços das pessoas. Esse quadro é irreversível. Esqueça discursos de políticos sobre “queda do desemprego” e de tecnólogos sobre “milhares de oportunidades do mundo digital”. Pare, olhe em torno e faça fria reflexão, concluirá que quase não há mais espaço para todas as empresas nem para todas as pessoas.
Esse ambiente gera efervescente competição, atinge em cheio a empresa familiar. Pesquisas indicam elevada mortalidade na passagem da 1ª para a 2ª geração e só 5% chegam à 3ª. Mas é viável a guinada nestes índices com superação dos problemas e futuro feliz! A empresa familiar pode ser administrada com união e eficiência a partir do orgulho de se ter negócio próprio, do espírito vencedor e comprometimento pelo sangue.
Imprescindível é a convicção sobre as obrigações empresariais exatamente como elas transcorrem no mundo dos negócios e não na vida doméstica. Pensar na empresa da família como empresa do mercado para que possa dar retorno em realização profissional e remuneração para todos. Se for colocada a empresa para trabalhar para a família, e não, a família para a empresa, ocorre o inverso: frustração profissional e dívidas para todos.
Três ações essenciais para a demolição das dificuldades e a construção sólida….Leia mais e comente no blog Visão do Empreendedor.











