Quando alguém fala sobre estratégia, muitas vezes está tratando de aspectos externos à empresa, da posição no mercado e da forma pela qual a organização se relaciona com elementos do ambiente externo para cumprir suas metas. Embora os livros sobre o assunto também se refiram com clareza a pontos fortes e a pontos fracos internos, freqüentemente se supõe que tais aspectos sejam secundários. Na verdade, não o são.
A base de uma estratégia pode repousar, por exemplo, na necessidade de obter uma produtividade tal que torne possível chegar a resultados de outra natureza quanto à forma de operar, ao tipo e à abrangência do efeito gerado. Por exemplo, se o arranjo convencional de recursos materiais e humanos permite alcançar a produção de X unidades, talvez outra forma de combinar esforços, tempo e recursos permita produzir 5X, com alcance e resultados finais mais significativos e mesmo diferentes. O que fazer quando se torna necessário fugir ao convencional?
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